Tema
Parte 5: Proteção de Menores e LGPD
Projeto Caminho. Versão 0.3, 2026-08-31. Status: aprovada (2026-07-18), incluindo as decisões P1-P3 com as recomendações; validação jurídica externa permanece requisito da Fase 4. Revisão editorial de 2026-08-31 (versão 0.3), aplicada sobre a seção 11 recém-escrita. Uma auditoria adversarial encontrou duas colisões que derrubariam o build na única lição N3 do acervo (as verificações 4 e 9 da camada 1), duas lições destravadas sem redação de aviso (Origens 2.5 e 4.3), uma promessa de canal sem fonte no Componente B, um limiar de lamparina desalinhado, uma lição não marcada dentro da unidade que a política diz destravar inteira (Origens 3.3), um exercício de ordenação com morte na lição que a política acabou de marcar (Trilha 2, 5.2) e um número de canal escrito de memória. Tudo isso está corrigido nesta versão, com o motivo escrito no ponto da correção. Quem tiver assinado a versão 0.2 assina de novo: o campo
politica_p4do cabeçalho de lição aponta para a versão vigente, e a vigente é a 0.3. Atualização de 2026-08-31. Entra a seção 11, política de conteúdo sensível, registrada como decisão P4 e adotada em regime provisório. Ela é a salvaguarda que faltava para morte, luto, desejo de morrer, autolesão e violência, e destrava quatro lições que estavam bloqueadas por escrito (Trilha 2, lição 5.4; Trilha das Origens, unidade 3 inteira, lição 2.5 e lição 4.3). Vale para produção desde já e não vale para campo, até a leitura por alguém com formação pastoral ou clínica. Escopo: marco legal, minimização de dados, fluxo de consentimento parental, termos, moderação, conteúdo sensível e checklist por fase. Lê junto com a Parte 4 (modelo de contas), a Parte 2c (camadas de revisão) e a Parte 2d (as regras de curadoria que a seção 11 torna verificáveis). Nota: este documento organiza o entendimento do time; antes do lançamento público (Fase 4), recomenda-se validação com assessoria jurídica.
1. Marco legal (resumo operacional)
- LGPD art. 14: tratamento de dados de crianças e adolescentes sempre no melhor interesse; para crianças (até 12 incompletos, definição do ECA), consentimento específico e em destaque de ao menos um dos pais ou responsável, com esforços razoáveis de verificação considerando as tecnologias disponíveis; vedado condicionar o uso a dados além do necessário (§2).
- Enunciado CD/ANPD nº 1/2023: outras bases legais além do consentimento são admissíveis para crianças e adolescentes, desde que prevaleça o melhor interesse.
- Contexto de fiscalização: a ANPD fiscaliza ativamente plataformas digitais de ensino. Tratamos conformidade como requisito de fundação (doc mestre, seção 9), e também como argumento de confiança junto aos pais (Parte 1, persona Débora).
2. Minimização radical (inventário completo de dados)
| Dado | Por que precisamos | Base legal | Retenção |
|---|---|---|---|
| Apelido (nunca nome real) | identidade no jogo e no clube | execução do serviço, melhor interesse | vida da conta |
| PIN (hash) | acesso à conta | idem | vida da conta |
| Faixa etária (10-12 / 13-15 / 16-17 / 18+; nunca data de nascimento) | regra de consentimento + adequação de experiência | obrigação do art. 14 | vida da conta |
| E-mail do responsável | consentimento, comunicação e direitos do titular | consentimento parental (art. 14 §1) | vida da conta |
| Progresso de jogo (lições, XP, versículos, insígnias) | o produto em si | execução do serviço | vida da conta |
| Telemetria anônima (install_id, eventos) | melhoria do produto | legítimo interesse, sem identificação | agregada; bruta por 12 meses |
O que nunca coletamos: nome completo, CPF ou documento, data de nascimento, foto, e-mail ou telefone do menor, localização, contatos, escola/igreja, qualquer dado sensível. Nenhum SDK de analytics ou ads de terceiros no app.
3. Fluxo de contas e consentimento
Princípio herdado da Parte 4: jogar não exige conta. O jogo completo roda localmente no aparelho; a conta existe só para sincronização e clubes. O consentimento, portanto, nunca bloqueia o acesso à Palavra, apenas os recursos de nuvem.
Fluxo proposto (P1):
- A faixa etária é perguntada na criação de conta, e nunca antes dela. Na Fase 2, em que não existe conta, o onboarding não pergunta faixa etária, não pergunta idade e não guarda nada: quem abre o jogo joga. A pergunta entra no passo 3, junto do apelido e do PIN, porque ela existe para a regra de consentimento e para os recursos de nuvem, e coletá-la fora daí contrariaria a promessa da seção 2 de que sem conta não há coleta de nenhum dado pessoal. Correção de 2026-08-31, feita junto da P4: a redação anterior punha a pergunta no onboarding, o que contradizia esta mesma seção, a linha da Fase 2 da seção 9 e o argumento 1 da seção 11.3.
- Sem conta: qualquer idade joga localmente, sem coleta de nenhum dado pessoal.
- Criar conta: apelido + PIN + faixa etária + e-mail do responsável (para menores).
- 10 a 12 anos: e-mail de consentimento ao responsável, com linguagem destacada e simples explicando o que é coletado e para quê; recursos de nuvem só ativam com a confirmação (clique + declaração "sou responsável por este menor"). Estado pendente = segue local-only, sem fricção.
- 13 a 15 anos: conta ativa na criação; o responsável recebe e-mail informativo com descrição do tratamento e link de opt-out e de exclusão (base: melhor interesse + Enunciado 1/2023, com transparência ativa).
- 16 a 17: idem 13 a 15 (uniformidade operacional).
- 18+: fluxo direto, sem responsável.
- Verificação "esforços razoáveis": clique no link do e-mail + declaração de responsabilidade. Sem exigência de documento (proporcional ao risco e à natureza gratuita e sem chat do produto).
4. Direitos do titular e do responsável
- Canal dedicado (e-mail LGPD da Unigrace) respondendo em até 15 dias: acesso aos dados, correção, exportação e exclusão total (conta apagada, progresso anonimizado).
- O e-mail do responsável recebe: confirmação de consentimento, avisos de mudança de termos e (P2) um resumo trimestral opcional do progresso ("seu filho firmou 12 versículos").
- Painel web do responsável fica para a Fase 4 (P2); na Fase 3, tudo via e-mail e canal de atendimento.
- Conta inativa por 24 meses: aviso ao responsável → 30 dias → exclusão/anonimização automática.
5. Termos e política de privacidade do produto
Documentos próprios do Caminho (não reaproveitar os da plataforma, que pressupõem adultos), em duas camadas (boa prática para produtos infantojuvenis):
- Versão para responsáveis: completa, com inventário de dados da seção 2 e bases legais.
- Versão para o jovem: 1 tela, linguagem simples ("o que guardamos: seu apelido e seu progresso; o que nunca pedimos: seu nome, sua foto, onde você mora").
Conteúdo obrigatório: inventário de dados, finalidades, ausência de venda/compartilhamento de dados, ausência de anúncios, contato do encarregado (P3), direitos e como exercê-los, política de exclusão por inatividade.
6. Moderação e superfícies de risco
O produto foi desenhado para ter superfície mínima de interação entre usuários:
| Superfície | Risco | Mitigação |
|---|---|---|
| Apelido | texto livre visível no clube | lista de bloqueio (palavrões, termos adultos, dados pessoais como sobrenome/telefone) + normalização anti-evasão + denúncia |
| Nome do clube | idem | criado apenas pelo líder 18+, mesmo filtro |
| Clube | contato entre menores | sem chat, sem DM, sem posts; apenas placar, apelidos e ovelhas; entrada só por código de convite; líder declara maioridade e responsabilidade, pode remover membros; código rotacionável |
| Ligas globais (se M4 avançar) | exposição a estranhos | coortes anônimas, sem perfil clicável, sem qualquer interação |
Sem chat e sem conteúdo gerado por usuário além do apelido, não há moderação de conteúdo em escala: a moderação é reativa (denúncia) + filtro preventivo nos dois campos de texto.
Esta seção trata de superfície de interação. A superfície de conteúdo tem política própria: a seção 11 regula morte, luto, desejo de morrer, autolesão e violência dentro do material, e as telas de apoio que o jogo mostra por causa disso.
7. Design ético (compromissos além da lei)
- Contrato de anti-padrões da Parte 3 (seção 11) vale como anexo deste documento: sem culpa, sem FOMO, sem dark patterns, 1 lembrete/dia opt-in configurado com o responsável.
- Sessões são curtas por design (3 a 6 min); o produto nunca recompensa tempo de tela extra, só aprendizado.
- Transparência com os pais como feature, não como obrigação: a seção "para os pais" no site do produto explica as mecânicas e o porquê de cada uma.
8. Incidentes
Plano mínimo (Fase 3): detecção → contenção → avaliação de risco aos titulares → comunicação à ANPD e aos responsáveis quando exigível → registro. Responsável pelo plano: encarregado (P3). Dados minimizados = raio de dano minimizado por construção.
9. Checklist de conformidade por fase
| Fase | Exigências |
|---|---|
| 1 (piloto de papel) | Autorização por escrito dos pais (1 página); nenhum dado digital de menor coletado; Forms sem login e sem coleta de identificadores (respostas por codinome); nenhuma lição marcada com gatilho (seção 11) sem a assinatura pastoral ou clínica |
| 2 (PWA local) | Sem contas e sem coleta de dado pessoal identificado; a incidência da LGPD nesta fase depende da classificação do install_id, pendência P4-J6, e por isso a linha declara e não afirma; telemetria estritamente anônima; termos simplificados publicados; componente de ajuda, aviso prévio e página para responsáveis no ar e conferidos pela camada 1 |
| 3 (beta com contas) | Fluxo da seção 3 ativo; termos em duas camadas; canal de direitos operante; filtro de apelidos; backups; plano de incidentes |
| 4 (lançamento) | Validação jurídica externa; encarregado designado; painel do responsável; revisão do inventário de dados |
10. Decisões da Parte 5 (P1 a P3 aprovadas em bloco em 2026-07-18; P4 adotada em 2026-08-31)
| # | Decisão | Definição aprovada |
|---|---|---|
| P1 | Regra etária do consentimento | Menores de 12: consentimento ativo do responsável; 13 a 17: conta ativa + e-mail informativo com opt-out |
| P2 | Painel do responsável | Fase 3 via e-mail; painel web na Fase 4; resumo trimestral opcional como diferencial |
| P3 | Encarregado (DPO) | Definir com os sócios; provavelmente o mesmo encarregado da plataforma Unigrace, com aditivo de escopo |
| P4 | Conteúdo sensível (morte, luto, desejo de morrer, autolesão, violência) | Lista fechada de gatilhos com nível de resposta derivado por máquina; componente de ajuda dentro do aplicativo com redação canônica não parafraseável; linha de apoio por tipo de gatilho (nível N3 exibe o 188 na tela do jogador, N1 e N2 não); aviso prévio com saída sem custo; lição de gatilho fora de missão, notificação, campanha e pressão de lamparina; proibição permanente de instrumentar o componente de ajuda. Adotada em 2026-08-31 em regime provisório: vigente para produção, bloqueada para campo até leitura por profissional com formação pastoral ou clínica. Texto integral na seção 11 |
11. Política de conteúdo sensível (decisão P4)
Escrita em 2026-08-31 a partir de três propostas independentes (lente de segurança e saúde mental, lente pastoral e teológica, lente jurídico-operacional e de produto). Onde as três convergiram, o texto segue sem defesa. Onde divergiram, a escolha está registrada com o motivo pelo qual a outra perdeu, no padrão do item 14 da seção 3 da Parte 2d.
11.1 Propósito e status
O Caminho é um produto de fé feito de texto bíblico, e o texto bíblico tem morte, luto, violência dentro de casa e um profeta que pede para morrer. Até hoje o projeto tratava cada uma dessas cenas caso a caso, na nota de curadoria de quem escrevia. Isso produziu boas decisões e um bloqueio: sem política escrita, a camada 1 da revisão não tinha lista para conferir, e quatro lições prontas ficaram paradas. Esta seção é a lista, o componente, a regra e a assinatura.
O que ela não é. Não é política de atendimento, não é protocolo clínico e não é promessa de que o produto vai perceber alguma coisa. O Caminho não sabe quem está do outro lado, não tem canal com nenhum adulto na fase em que este conteúdo estreia (seção 3, e decisão P2) e não terá na Fase 2. Da Fase 3 em diante passa a existir o e-mail ao responsável, e é por isso que a entrada da Fase 3 é gatilho de revisão (e). Fingir capacidade que não existe é o único erro desta seção capaz de produzir dano garantido.
Status, e isto vale como texto da política. A P4 é adotada agora, como política vigente para produção, por decisão do dono do produto, porque manter o conteúdo travado é pior do que decidir e revisar depois. Escrever, gerar, converter, revisar internamente e construir o protótipo seguem estas regras, sem exceção e sem atalho. Ela não vale para campo. Nenhuma lição marcada com gatilho é jogada por uma criança real, em piloto de papel, protótipo, beta fechado, turma de igreja parceira ou sessão presencial, antes da assinatura bloqueante abaixo. A política também não é final: ela foi escrita por quem faz produto, e o ponto mais delicado dela (a regra da linha de apoio) precisa do julgamento de quem tem formação que este time não tem.
Assinatura bloqueante. Parecer escrito de profissional com formação clínica ou pastoral em saúde mental de crianças e adolescentes, com registro em conselho quando couber, sobre quatro pontos nomeados: (a) a lista fechada de gatilhos da seção 11.2; (b) as redações canônicas da seção 11.4; (c) a regra da linha de apoio da seção 11.3, e em especial a decisão de exibir o 188 na tela do jogador nas lições de nível N3, que reverte em parte uma recomendação anterior de auditoria e é o item que mais precisa desta leitura; (d) o tratamento das lições nomeadas na seção 11.12, e dentro dele, nominalmente, a lição 5.2 da Trilha 2 e a lição 2.5 da Trilha das Origens, pelas duas perguntas escritas abaixo.
As duas perguntas nomeadas da alínea (d), escritas aqui porque nenhuma delas é decidível por quem faz produto:
- Lição 5.2 da Trilha 2 (o filho da viúva de Sarepta). A política acrescentou esta lição à lista justamente porque morre uma criança, que é a morte de maior impacto para este público, e a regra do fecho da seção 11.7 manda a lição terminar no que o texto faz em seguida, que aqui é o menino voltar a viver. Para quem enterrou alguém no mês passado, esse fecho pode não ser consolo, e pode ser a pergunta de por que o dele não voltou; "fale hoje com um adulto de confiança" é então a resposta certa para a pergunta errada. A pergunta ao signatário: uma lição que fecha na ressurreição de uma criança exige, para quem está enlutado, alguma coisa além do Componente A, e se exige, o quê. A política não resolve isso com conteúdo, porque não aconselha e não acompanha, e por isso registra a pergunta em vez de improvisar a resposta.
- Lição 2.5 da Trilha das Origens (a sentença de Gênesis 3). A pergunta está escrita na condição 1 da seção 11.12 e trata do segundo parágrafo do Componente V, que nomeia a casa da criança numa lição que não colocou a casa de ninguém na tela.
Gatilhos de revisão, qualquer um deles isoladamente, sem esperar os demais: (a) antes da primeira sessão em que uma criança real jogue conteúdo marcado; (b) doze meses corridos desde a última assinatura; (c) inclusão de um gatilho novo na lista; (d) criação de qualquer superfície em que o jogador possa escrever, enviar ou receber mensagem; (e) entrada da Fase 3, quando passam a existir conta e canal com o responsável, o que muda a premissa central da seção 11.3; (f) fechamento da pendência jurídica 1 da seção 11.13; (g) o primeiro relato de incidente, contado da data do relato e não da data da apuração.
Incidente, para efeito desta política, é qualquer relato de criança, responsável, líder ou professor de que uma lição machucou, assustou ou provocou reação que a família não esperava. Ao receber um relato: registrar com data e lição, congelar a lição para campo antes da apuração, avisar os signatários e revisar em até quinze dias corridos. Congelar não depende de a apuração confirmar nada.
11.2 A escala de gatilhos
Duas coisas separadas, porque juntá-las foi o erro que travou as três propostas em pontos diferentes. O gatilho diz o que a cena é, e é categoria. O nível diz o que o produto faz por causa disso, e é ordinal. O nível é derivado do gatilho por tabela, nunca escolhido à mão, e a lição declara apenas os gatilhos.
Por que não a escala ordinal única. A lente de segurança propôs um único eixo de G0 a G4, elegante e fácil de verificar. Ela perde porque um eixo único obriga "violência dentro de casa" a ser mais grave ou menos grave que "morte de personagem próximo", e a consequência prática dessa ordenação foi entregar a linha de escuta do CVV para o caso de violência doméstica, que é o serviço errado. Categoria e severidade são coisas diferentes e precisam de duas colunas.
| Gatilho (campo do spec) | O que cobre | Nível |
|---|---|---|
morte-de-personagem | morre alguém que o jogador acompanhou pelo nome | N1 |
morte-coletiva | morte em escala, sem rosto que o jogador acompanhou | N1 |
mortalidade-dita-ao-jogador | o texto diz ao leitor que ele morre, ou o capítulo tem a morte como refrão | N1 |
luto | alguém em cena perde alguém, e a perda é o assunto | N1 |
violencia-entre-conhecidos | dano, domínio ou traição entre pessoas que convivem, narrado como cena ou descrito como consequência, com ênfase no que acontece dentro de casa | N2 |
desejo-de-morrer | o texto bíblico traz alguém pedindo a própria morte | N3 |
autolesao | o texto descreve ferimento autoinfligido | N3 |
O que cada nível dispara
| Nível | Componente de fechamento | Aviso prévio | Missão, notificação, campanha | Revisão |
|---|---|---|---|---|
| N0 | nenhum | não | permitido | fluxo normal |
| N1 | Componente A | conforme 11.5 | proibido | fluxo normal, dedicada se a Carta de Escopo disser |
| N2 | Componente V | conforme 11.5 | proibido | dedicada, dois professores |
| N3 | Componente B | sempre, inclusive aviso de nó | proibido | dedicada + assinatura pastoral ou clínica nominal |
Regra de agregação. O nível da lição é o maior nível de qualquer cena dentro dela. O nível da unidade é o maior nível de qualquer lição. Uma lição com mais de um gatilho recebe o componente do maior nível, e só ele: componentes não se empilham na mesma tela.
O Desafio do Baú herda, e isto é correção de 2026-08-31. O Desafio do Baú não é lição e não declara gatilho próprio, e por isso caía fora de tudo: um nó de revisão que revisita conteúdo marcado ficava elegível a missão diária, campanha e notificação. O Baú 5 da Trilha 2 é o caso concreto: o item 8 afirma que depois do Carmelo Elias não ficou forte, com explicação que devolve o zimbro, e os itens 6 e 12 tratam de 1 Reis 19:5-7. Regra: o Desafio do Baú herda o maior nível da unidade que revisa, para todos os efeitos da seção 11.6, da regra de exercício da seção 11.7 e das verificações 7 e 8 da camada 1. Ele não exibe um segundo componente quando a unidade já o exibiu em alguma lição, porque componente repetido vira ruído; exibe o componente do nível herdado apenas quando for o único nó marcado da unidade. Aviso prévio ele nunca dispara sozinho, porque o jogador já atravessou a unidade para chegar nele.
Categoria excluída, e não é nível. suicidio-consumado, ou seja, suicídio narrado como fato consumado (Saul em 1 Samuel 31, Aitofel, Judas), fica fora do currículo de 10 a 15 anos. Não é narrado, não é resumido, não é aludido. Achado da lente de segurança que o material precisa saber antes de precisar: a unidade 4 da Trilha 2, sobre Davi, faz fronteira com 1 Samuel 31, e o gerador vai encostar nele sozinho. Se algum dia entrar, entra sem método, sem lugar, sem instrumento, em uma frase, nunca em exercício, nunca em ilustração, e com aprovação nominal do revisor clínico.
A lista é fechada. Gatilho novo entra só por revisão da P4, com o mesmo rito e a mesma assinatura. O léxico que a camada 1 usa para detectar gatilho não declarado é arquivo versionado desta política, e não constante enterrada no código.
11.3 A linha de apoio: a decisão, e o argumento
Uma auditoria anterior fixou que o CVV aparece apenas no material dos responsáveis, nunca na tela da criança sem mediação. Essa regra está certa para um tipo de gatilho e errada para outro, e a parte errada erra por premissa de fato, não por valor.
Primeiro, a premissa que caiu. "Sem mediação" pressupõe que exista mediação. Na Fase 2, que é exatamente onde este conteúdo estreia, não existe conta, não existe e-mail do responsável e não existe canal, por decisão registrada nas seções 3 e 9 e na decisão P2. A regra manda o recurso para a superfície com a menor probabilidade de alcance no momento em que ele importa, e o retira da única superfície que a criança de fato vê. Uma regra cuja premissa é falsa não é conservadora, é vazia. Vale registrar que a auditoria já havia, na prática, colocado um recurso de ajuda na tela da criança, no componente do adulto de confiança do item 14(j) da Parte 2d. A decisão real nunca foi "com ou sem ajuda na tela", foi qual canal.
Segundo, a inversão simples também está errada. Exibir uma linha de prevenção ao suicídio no fim de uma lição sobre genealogias é erro de categoria, é o que os pais leem como alarmismo com razão, e é o que faz uma igreja parceira parar de distribuir o material. A lição das genealogias não colocou suicídio na tela; o cartão não pode colocar.
Terceiro, a variável que decide é o tipo de gatilho, e não a faixa etária. Três razões, e a ordem de peso foi corrigida em 2026-08-31: as duas primeiras decidem sozinhas e não dependem de nenhum fato interno do produto, e a terceira apenas confirma. A versão anterior apoiava a decisão no fato interno, e o fato interno estava em conflito com o fluxo da seção 3, o que é a pior coisa que se pode entregar a um leitor externo. Este documento prefere um argumento que sobreviva ao produto mudar.
- A declaração de idade falha na direção que machuca. Onde a faixa existe, ela é autodeclarada e sem verificação, e o erro comum não é o de 15 que se diz 10, é o de 10 que se diz mais velho. Uma versão mais crua reservada aos 13 a 15 chegaria justamente às crianças de 10 que declararam 15. Um mecanismo de segurança cujo modo de falha é esse não deve existir, e isso vale igualmente na fase em que houver conta.
- O risco não é correlacionado com idade. O que decide quem precisa da porta é ter perdido alguém no mês passado, morar numa casa violenta ou estar em sofrimento agora. Nada disso o jogo sabe, nada disso se distribui por faixa, e nada disso fica menos provável aos 10.
- E, na fase em que o conteúdo estreia, o jogo nem sabe a idade. Pela seção 3, corrigida nesta mesma edição, a faixa é perguntada na criação de conta e não no onboarding, e na Fase 2 não há conta. Uma regra "10 a 12 não vê, 13 a 15 vê" seria, hoje, inexequível. Este argumento é coadjuvante de propósito: ele cai no dia em que a Fase 3 entrar, e a decisão não pode depender dele.
A regra que substitui, e ela é verificável por máquina. É a contribuição mais útil da lente pastoral e vale como formulação canônica de engenharia:
Regra do não introduzir. O componente de ajuda só pode nomear o que a própria lição já colocou na tela. Se a lição não mostrou desejo de morrer, o componente não fala de desejo de morrer e não exibe o 188. Se a lição mostrou, o componente é obrigado a exibir. O gatilho declarado decide qual variante renderiza, e nenhuma decisão é tomada caso a caso.
Nota de aplicação, acrescentada em 2026-08-31. "Colocar na tela" inclui a citação bíblica exibida no cartão, e não só a cena narrada por nós. É o que licencia o Componente V na lição 2.5 das Origens, cujo cartão exibe entre aspas a cláusula de Gênesis 3:16: a frase está na tela, dita pelo texto, e o componente responde a ela em vez de introduzi-la. A objeção contrária, e ela é séria, está registrada na condição 1 da seção 11.12 com a pergunta escrita ao signatário clínico, porque quem nomeia a casa da criança com todas as letras não é o cartão da lição, é o cartão de fechamento.
Aplicada ao acervo escrito: em "em pó te tornarás" (2.5), na morte de Abel (3.2), no "e morreu" oito vezes (3.4) e no dilúvio (4.3), o assunto é morte e luto, não é suicídio, e a auditoria anterior fica de pé sem uma vírgula alterada. Na lição 5.4 da Trilha 2 o assunto está na tela, dito pelo protagonista e citado entre aspas no cartão de história. Deixar a criança sozinha com o assunto e sem saída não é sobriedade, é abandono com aparência de prudência. Aqui a auditoria anterior é revertida.
A violência dentro de casa, onde as três lentes divergiram. A lente de segurança queria o CVV também aqui, com um argumento correto: "fale com o seu pai" é a instrução errada se o pai for o problema, e numa unidade cujo assunto é violência entre irmãos dentro de casa, um encaminhamento que só aponta para dentro de casa é erro de desenho. A objeção é aceita e o remédio é recusado. O CVV é linha de escuta, não é a rota de uma criança em casa violenta, e mandá-la para lá é mandá-la ao serviço errado. O remédio é o Componente V: mantém a rota do adulto e a move para fora de casa. A rota correta (Conselho Tutelar e o canal federal de denúncia) é pendência de conferência da seção 11.13 e, enquanto for pendência, não vai para a tela da criança em hipótese nenhuma, só para o material dos responsáveis, com nome e número conferidos.
Sobre as diretrizes de comunicação segura e o efeito Papageno. A direção do que se orienta hoje é conhecida e é a que o pedido descreve: omitir o recurso não protege, e mostrar busca de ajuda tem efeito protetor. Esta política não invoca essas diretrizes como autoridade, porque a citação não foi conferida contra a fonte (pendência P4-C1). O que sustenta esta seção é o argumento interno, não a citação. O que se pode afirmar sem fonte externa, porque é leitura do próprio texto bíblico e qualquer um confere: em 1 Reis 19 há desejo de morrer declarado, não há método, não há plano, não há morte, e a resposta narrativa é cuidado concreto seguido de sobrevivência e continuidade da vida da pessoa. A lição 5.4, como está escrita, é conteúdo protetivo. O risco dela não é contágio, é reconhecimento: alguém vai se ver ali, e quem se vê ali precisa de uma saída que não dependa de sorte familiar.
Sobre o alarmismo, que é objeção real e tem resposta. A objeção é à moldura, e a moldura é nossa. Nada obriga o componente a parecer tela de crise: é cartão de fechamento, não modal, não interstício, não bloqueia, não interrompe, não pontua, não é vermelho, não tem ícone de alerta, e o texto voltado à criança nunca usa a palavra suicídio. O serviço é descrito pelo que faz, não pela categoria: um lugar gratuito, a qualquer hora, que atende só para ouvir. Quem está bem lê "existe um lugar que ouve" e segue. Quem não está reconhece a própria situação, porque o contexto foi dado pela lição e não pelo rótulo.
E o fato incômodo fica escrito aqui, porque a defesa só vale com ele dentro. Dizer que o texto do jogo não usa a palavra é literalmente verdade e não é a história inteira: a sigla CVV expande para Centro de Valorização da Vida, e quem abrir cvv.org.br chega, em um clique, a um serviço que se apresenta como prevenção do suicídio. A criança curiosa que digitar a sigla chega lá. Isso não derruba a decisão, e derruba a versão ingênua da defesa. O que a decisão de fato afirma é mais estreito e é sustentável: nós não colocamos a moldura de crise na tela, e não pomos a criança dentro dela sem que a lição já a tenha colocado; o que ela encontra se decidir procurar por conta própria é um serviço legítimo, e procurar por conta própria é exatamente o comportamento que este cartão existe para não atrapalhar. É também por isso que o nível N3 é raro por construção, que o cartão é sóbrio e que o número não aparece em nenhuma superfície empurrada. E é por isso que a pendência P4-C3 pergunta ao próprio CVV o que uma criança de 10 a 15 anos encontra ao abrir o site e se há orientação institucional sobre exibir marca e número para menores: a resposta pode mudar a redação, e não muda o princípio.
A consistência entre as duas superfícies desarma o resto: o mesmo número, com a mesma explicação, está na página para responsáveis, que também diz antes quais lições o carregam e por quê. Pai surpreendido se assusta; pai avisado costuma virar defensor.
A assimetria, que fecha. Se um pai reclamar, temos regra escrita, gatilho declarado e redação sóbria para mostrar. Se omitirmos e uma criança atravessar a lição 5.4 sozinha, não temos nada. As duas hipóteses não pesam igual, e a pergunta que uma família faria depois é sempre a mesma: o que a tela oferecia.
O custo do nosso lado, dito honestamente. Um número numa tela infantil pode gerar ligação por brincadeira sobre um serviço voluntário. Mitigações escritas: o número aparece em pouquíssimos lugares porque o nível N3 é raro por construção (hoje, uma lição em todo o acervo escrito, mais a entrada permanente); não se repete dentro da lição; não aparece no mapa, em notificação nem em missão; e não é botão de discagem. Aqui a lente jurídico-operacional venceu a de segurança, que queria o telefone discável ao toque: três dígitos são triviais de digitar para quem quer ligar, e o toque acidental ou por brincadeira é o que a ausência do botão evita.
Decisão sobre o endereço do site, escrita aqui e repetida na seção 11.10 com as mesmas palavras, porque a versão anterior deixava as duas seções em desacordo. O endereço cvv.org.br aparece como texto selecionável, e o cartão não tem link, pelo mesmo argumento que recusou o botão de discagem: quem quer, copia e abre; quem tocou sem querer, não vai a lugar nenhum. O jogo não abre navegador, não abre webview e não navega para fora por causa do componente. Quando o jogador abre o endereço por conta própria, ele abre no navegador do aparelho e nunca dentro do jogo. Consequência para a camada 1: cvv.org.br é a única cadeia com forma de endereço permitida em texto exibido ao jogador, e só dentro da constante do componente, o que está escrito na verificação 9 da seção 11.11.
A entrada permanente, adotada, com o contra-argumento registrado. Existe no menu do jogo um item "Preciso falar com alguém", que abre uma tela única com a variante B-menu do componente da seção 11.4 e nada mais. O argumento contra é da regra do não introduzir: uma entrada permanente coloca a linha de escuta fora de qualquer lição. O argumento a favor vence por dois motivos. Primeiro, a regra do não introduzir governa superfície empurrada, ou seja, o que o aplicativo mostra sem que ninguém tenha pedido; uma tela que o jogador abre de propósito não introduz nada, ela responde. Segundo, e é o decisivo: quem leu a 5.4 hoje pode precisar em três semanas, e uma política em que o único caminho de ajuda é estar no meio de uma lição específica é uma política que exige que a crise tenha bom timing.
Por que a tela do menu tem redação própria, e isto é correção de 2026-08-31. A entrada permanente existe justamente para desacoplar a ajuda da lição, e a versão anterior mandava renderizar nela um texto que começa em "Se essa lição mexeu com você", ou seja, reacoplava na primeira frase. O adolescente que abre esse menu de propósito, sozinho, à noite, três semanas depois, não está jogando lição nenhuma, e na leitura mais literal o texto dizia que a oferta era para outra pessoa. A variante B-menu troca só a abertura, mantém o resto palavra por palavra, é redação canônica não parafraseável como todas as outras e entra no escopo da assinatura clínica pela alínea (b) da seção 11.1.
Nunca empurrada, e por isso mesmo apontada. As duas coisas não são a mesma, e a versão anterior as juntou. "Nunca empurrada" fica, e é dura: a entrada nunca notifica, nunca aparece em missão, nunca aparece em modal, nunca é oferecida no fim de uma lição e nunca é registrada (seção 11.9, R1 e R2). "Nunca sugerida" sai, porque uma porta que ninguém aponta, dentro do menu de um jogo de criança, é uma porta que quem está em sofrimento só encontra por acaso, e sofrimento é exatamente o estado em que ninguém tem disposição de explorar menu. O que substitui, e é verificável:
- Posição fixa e sempre visível no menu, com o rótulo exato, sem submenu, sem precisar rolar e sem depender de progresso, de trilha aberta ou de faixa etária.
- Uma menção neutra, uma só vez, no tour inicial do menu, no mesmo tom com que os outros itens são nomeados, dizendo o nome do item e nada além dele. Não reaparece, não é lembrete e não volta em nenhuma outra tela.
- O nome do item escrito na página para responsáveis e no kit do líder, para que um adulto possa dizer à criança que aquilo existe. Este é o caminho de indicação que de fato funciona, e é o único que não é o aplicativo falando sozinho com um menor.
Fora destes três lugares, a entrada não é mencionada em lugar nenhum: nem em cartão de lição, nem em notificação, nem em campanha, nem pela ovelha, que pela seção 11.4 não é destinatária de confidência e tampouco é quem aponta essa porta. A verificação 13 da camada 1 prova que a entrada existe, tem o rótulo exato, abre a variante canônica, não concede XP e não registra evento.
11.4 Redações canônicas (não parafraseáveis)
Tudo o que está entre aspas abaixo é redação canônica não parafraseável: fica como constante no código, a camada 1 confere igualdade literal, e nenhum passo de LLM do pipeline reescreve, resume, adapta por faixa ou melhora. Divergência de um caractere derruba o build.
Componente A (nível N1). Mantém a fórmula do item 14(j) da Parte 2d, palavra por palavra, e acrescenta um segundo parágrafo. A lente de segurança pediu que não se mexesse uma vírgula; ela perde porque o motivo que deu (a fórmula já funciona) não responde à falha que a lente pastoral nomeou, que é a criança que não consegue nomear ninguém e lê a lista como mais uma coisa que ela não tem. A barreira real dessa idade não é falta de adulto, é não saber como começar.
"Se essa lição mexeu com você, ou se você perdeu alguém, não fique sozinho com isso. Fale hoje com o seu pai, com a sua mãe, com o seu líder na igreja ou com um adulto de confiança. Falar não é falta de fé.
Se você acha que não tem ninguém, procure um adulto que já te escutou alguma vez: um professor na escola, alguém da sua igreja, um tio, uma avó. Não precisa saber explicar direito. Se não souber como começar, dá para começar dizendo que hoje foi difícil."
Alteração de 2026-08-31 na última frase, e ela vai à assinatura clínica junto das demais. A versão anterior dizia "Comece dizendo que hoje foi difícil", no imperativo, e isso afirma o estado da criança: para quem precisa, é a melhor linha do componente, porque derruba a barreira do "não sei como começar"; para quem acabou de completar a lição das genealogias e está bem, é o jogo dizendo que o dia dela foi difícil, o que é exatamente o que o princípio da não imputação da seção 11.7 proíbe. A forma condicional preserva a função inteira e devolve o estado a quem é dono dele.
Componente V (nível N2). Substitui o Componente A, não se soma a ele. Repare no que sai: o pai e a mãe não são nomeados, exatamente porque a lição que dispara este componente é a que pode ter feito a criança pensar neles.
O componente tem duas aberturas canônicas, e a escolha entre elas é derivada do campo gatilhos, nunca feita à mão, pela mesma lógica com que o nível é derivado. Correção de 2026-08-31, e é das mais importantes desta revisão: a regra de não empilhar componentes fazia o nível maior apagar conteúdo do nível menor em vez de acrescentar. A lição 3.2 das Origens carrega morte-de-personagem e violencia-entre-conhecidos, vira N2 e recebia um cartão que não dizia uma palavra sobre perda. É a primeira morte da Bíblia, um irmão mata o irmão, e é a lição com maior probabilidade de encontrar uma criança de 13 anos que perdeu um irmão há pouco tempo. Um componente que fala de violência e cala sobre luto, ali, erra o destinatário. O mesmo valia para a 2.5.
Regra de seleção. Se a lição marcada carrega, além do gatilho de violência, qualquer um de morte-de-personagem, morte-coletiva, mortalidade-dita-ao-jogador ou luto, renderiza a abertura V-perda. Se carrega somente violencia-entre-conhecidos, renderiza a abertura V, porque a cláusula de perda introduziria um assunto que a lição não colocou na tela, o que a regra do não introduzir proíbe. O segundo parágrafo é o mesmo nos dois casos, palavra por palavra.
Abertura V-perda (lição com violência e com morte ou luto):
"Se essa lição mexeu com você, ou se você perdeu alguém, não fique sozinho com isso. Fale hoje com um adulto de confiança. Falar não é falta de fé.
Abertura V (lição só com violência):
"Se essa lição mexeu com você, não fique sozinho com isso. Fale hoje com um adulto de confiança. Falar não é falta de fé.
Segundo parágrafo, comum às duas aberturas e nunca alterado:
Se o que está difícil está acontecendo dentro da sua casa, procure um adulto de fora dela: um professor na escola, alguém da sua igreja, um vizinho que a sua família conhece. Procurar ajuda não é trair ninguém."
A frase "procurar ajuda não é trair ninguém" é a que mais trabalha, porque lealdade é o laço que prende a criança, e um material de fé aumenta esse laço em vez de afrouxá-lo. E o segundo parágrafo continua sem nomear pai e mãe, que é o motivo inteiro de o Componente V existir. Regra que acompanha, e é dura: nenhuma lição de nível N2 cita ou alude a "honra teu pai e tua mãe", em cartão, exercício, explicação ou componente.
Marcação de escopo. As duas aberturas são redação canônica nova, entram no escopo da assinatura clínica pela alínea (b) da seção 11.1, e a pergunta específica da lição 2.5 sobre a expressão "dentro da sua casa" está na condição 1 da seção 11.12.
Componente B (nível N3). É montado em duas peças, e a separação existe para que a mesma situação nunca tenha duas redações diferentes em lugares diferentes deste documento: uma abertura, que muda conforme a superfície em que o componente aparece, e um bloco de canal, que é idêntico nas duas superfícies e só muda quando a pendência P4-C3 fechar.
Abertura B, no fechamento de lição de nível N3:
"Se essa lição mexeu com você, não fique sozinho com isso. Fale hoje com o seu pai, com a sua mãe, com o seu líder na igreja ou com um adulto de confiança. Falar não é falta de fé.
Abertura B-menu, na entrada permanente "Preciso falar com alguém":
"Se você quer falar com alguém, não fique sozinho com isso. Fale hoje com o seu pai, com a sua mãe, com o seu líder na igreja ou com um adulto de confiança. Falar não é falta de fé.
Bloco de canal, redação vigente, comum às duas aberturas:
E se não tiver ninguém por perto, ou se você preferir falar com alguém que não te conhece, existe um lugar que atende de graça, a qualquer hora do dia ou da noite, só para ouvir. É o CVV: você pode ligar 188 ou acessar o site cvv.org.br. Você não precisa estar passando por uma coisa muito grave para procurar. Pode procurar só porque quer falar."
Bloco de canal, redação plena, que só entra em vigor quando a pendência P4-C3 fechar confirmando o atendimento por escrito. Idêntica à vigente, com uma troca: "você pode ligar 188 ou conversar por escrito no site cvv.org.br".
Por que a redação vigente é a mais curta, e isto é correção de 2026-08-31. A P4-C3 afirmava que o componente inteiro se apoiava no que a plataforma adulta já usa em produção no JairusPrompt.java. Isso é verdade para o 188, para o endereço cvv.org.br, para a gratuidade e para as 24 horas, que estão lá literalmente. É falso para "conversar por escrito": o JairusPrompt diz "ou acesse cvv.org.br" e não afirma nada sobre atendimento por escrito. Ou seja, a única tela de crise do produto carregava uma promessa de canal sem fonte nenhuma, que é o pior lugar possível para errar, porque quem confia nela é quem não vai ligar. Enquanto a P4-C3 não fechar, vale a redação vigente, que promete apenas o que se pode sustentar. O argumento que motivava a cláusula continua de pé e continua atendido: o endereço permanece na tela, e o adolescente que não liga tem por onde chegar.
Por que cada peça está ali. "Se não tiver ninguém por perto, ou se você preferir falar com alguém que não te conhece" cobre as duas falhas do canal do adulto (ausência e perigo) sem nomear abuso e sem sugerir à criança bem cuidada que os adultos dela não servem. "Um lugar que atende de graça, a qualquer hora, só para ouvir" descreve a função e não a categoria. E "você não precisa estar passando por uma coisa muito grave para procurar" é a frase que faz o componente inteiro funcionar nas duas pontas: para a maioria tira o peso, e para a minoria tira a barreira mais comum do adolescente, que é achar que o próprio sofrimento não é grave o bastante para ocupar o tempo de alguém.
A assimetria com o Componente V, escrita porque ela é objeção legítima e a versão anterior não a respondia. Em N2 o pai e a mãe saem do texto, e em N3 eles voltam como os primeiros nomeados, com a rota neutra vindo depois. O motivo é a regra do não introduzir, e não descuido: em N2 a própria lição colocou na tela dano dentro de casa, então apontar para dentro de casa é apontar para o problema que a lição acabou de mostrar; em N3, na única lição do acervo que dispara este componente, a cena é um profeta exausto no deserto, e nada na tela sugere que a casa do jogador seja perigosa. Nomear o pai e a mãe para a criança bem cuidada é a rota mais provável de dar certo; retirá-los sem que a lição tenha dado motivo insinuaria a ela que os adultos dela não servem, que é o dano espelhado. As duas qualificações seguintes ("se não tiver ninguém por perto, ou se você preferir falar com alguém que não te conhece") existem exatamente para abrir a saída de quem não pode usar a primeira rota, sem acusar ninguém. Isto é escolha e não consenso, e vai ao signatário clínico como pergunta nomeada, e não como detalhe de redação: em N3, o primeiro adulto nomeado deve ser o pai e a mãe, ou a fórmula ampla do Componente V?
Divergência arbitrada. A lente pastoral propôs um Componente B que abre recontando a cena de Elias. Perde por contradição interna: a mesma proposta adota do Jairus a regra de nunca usar exemplo bíblico de morte dentro do acolhimento, e o Caminho é feito de exemplos bíblicos de morte. O componente de ajuda não conta história, não cita personagem, não devolve o jogador ao caminho e não dá XP. Conteúdo não é cuidado.
Aviso de unidade. Botões com estes rótulos exatos: "Continuar" e "Volto depois". Modelo canônico com um único campo variável, {assunto aprovado}, pelo mesmo motivo do aviso de nó: o disparo é por nível e o texto é sobre o assunto, e a versão anterior anunciava morte em toda unidade acima do limiar. Hoje as duas unidades atingidas de fato falam de morte e ninguém percebia o problema; uma unidade futura com dois nós de violencia-entre-conhecidos e nenhuma morte seria N2, receberia na porta um cartão anunciando morte que ela não tem, e aviso falso ensina evitação sem proteger de nada, que é exatamente o defeito que a abertura da seção 11.5 diz querer evitar. As três frases seguintes são fixas e não têm campo variável.
"As próximas lições falam de {assunto aprovado}. A Bíblia fala disso sem enfeitar, e aqui a gente também não vai enfeitar.
Se quiser, chame alguém para ficar do seu lado enquanto você joga.
E se hoje não for um bom dia para isso, o caminho fica te esperando."
O campo é item pontual de aprovação da camada 4, por unidade, e passa a ser canônico depois de aprovado. Instâncias preenchidas, propostas para aprovação: unidade 3 da Trilha das Origens, {assunto aprovado} = "morte"; unidade 5 da Trilha 2, {assunto aprovado} = "morte". Nos dois casos o cartão exibido é, palavra por palavra, o texto que a versão anterior trazia fixo, o que significa que nada muda na tela hoje e o defeito futuro fica fechado.
Esta redação substitui a do item 14(j) da Parte 2d, e o motivo da troca fica escrito. "Chame um adulto para ficar por perto" tem o mesmo defeito do canal único: pressupõe adulto disponível, e para a criança sozinha lê como "você deveria ter alguém e não tem"; "alguém para ficar do seu lado" resolve sem perder nada, porque irmão mais velho, primo e amigo servem. "Sem enfeitar" impede o aviso de soar como aviso legal: ele não avisa sobre risco, declara honestidade editorial, que é uma promessa que um adolescente de 14 anos respeita, e é literalmente verdade sobre o material, que recusou o barquinho colorido na unidade 4 e recusou a arma inventada na 3.2. E "o caminho fica te esperando" é o que transforma o aviso de formalidade em oferta: aviso com um botão só é termo de aceite.
Aviso de nó, em qualquer nível. Modelo canônico com um único campo variável, porque nenhuma frase genérica consegue prever uma cena que ainda não foi escrita. A frase do campo é item pontual de aprovação da camada 4, no sentido da seção 7.4 da Parte 2c, e passa a ser canônica depois de aprovada.
"Esta lição fala de {frase aprovada}. Se quiser, chame alguém para ficar do seu lado enquanto você joga. E se hoje não for um bom dia, o caminho fica te esperando."
Correção de 2026-08-31, e sem ela a política não destrava duas das quatro lições que diz destravar. A versão anterior rotulava este modelo como sendo do nível N3 e só previa uma instância. Só que a regra de posição da seção 11.5 manda o aviso aparecer imediatamente antes do nó em unidade com um único nó marcado, e há duas dessas: a unidade 2 das Origens, cujo único nó marcado é a 2.5, em N2, e a unidade 4 das Origens, cujo único nó marcado é a 4.3, em N1. Nenhuma das duas podia usar a redação de unidade, que fala em "as próximas lições", no plural, e é apresentada na porta. Nenhuma das duas tinha, portanto, texto canônico algum, enquanto a verificação 6 da camada 1 cobrava "a redação exata". O modelo do aviso de nó passa a valer em qualquer nível, e a regra específica de N3 (o aviso de nó é obrigatório mesmo quando já houve aviso de unidade) fica onde é decidida, na seção 11.5.
Instâncias preenchidas, propostas para aprovação da camada 4:
| Lição | Nível | {frase aprovada} |
|---|---|---|
| Trilha 2, 5.4 | N3 | "um dia em que um profeta ficou sem forças e pediu a Deus para morrer" |
| Origens 2.5 | N2 | "a primeira vez que a Bíblia diz que a gente morre" |
| Origens 4.3 | N1 | "o dia em que a água cobriu a terra" |
As duas instâncias novas seguem a mesma regra das demais redações canônicas: não são parafraseáveis, entram no escopo da alínea (b) da assinatura da seção 11.1 e vão à camada 4 junto das lições dedicadas. A frase da 2.5 nomeia a morte e não nomeia a cláusula de Gênesis 3:16, por decisão registrada: o aviso é convite a companhia e não sumário de conteúdo, e anunciar violência dentro de casa na porta de uma lição que trata do estrago no Éden seria o próprio aviso falso que o modelo de unidade acabou de corrigir.
Entrada permanente. Rótulo exato de menu: "Preciso falar com alguém". A tela que ele abre traz a abertura B-menu mais o bloco de canal, e nada mais: sem título extra, sem ilustração, sem ovelha, sem botão de voltar ao caminho e sem XP.
O que nunca aparece na tela do jogador, e vai só para o material dos responsáveis: 190, 180, o número do canal federal de denúncia (quando conferido pela pendência P4-J3, e a lista funciona sem ele) e qualquer outro número; as palavras suicídio, autolesão, depressão, ansiedade, crise, trauma e transtorno; qualquer instrução do tipo "se você está pensando em"; qualquer lista de sintomas; qualquer estatística. A simplicidade da tela é ela mesma propriedade de segurança. Correção de 2026-08-31: a versão anterior escrevia aqui um número de três dígitos para esse canal, de memória, na mesma seção em que a P4-J3 manda não imprimir de memória. Uma lista de proibição não precisa do número para proibir, e a política não pode violar a própria regra de citação no ato de escrevê-la.
Forma de apresentação, e isto é regra e não sugestão. Cartão estático no fechamento da lição, na mesma família visual do resto do jogo, cor neutra ou a cor de acolhimento do design system. Nunca vermelho, nunca ícone de alerta, nunca modal que bloqueia, nunca botão "Li e entendi", nunca contador antes de liberar o "Continuar". Sem XP, sem talentos, sem pontuação, sem som, sem animação de comemoração no fecho de lição de gatilho, porque confete depois de "e o Senhor fechou a porta" é grotesco. A ovelha não fala, não reage, não comemora e não aparece animada em lição de gatilho, e nunca é destinatária de confidência: a decisão D3 já diz que ela não representa Deus, e a P4 acrescenta que ela não é confidente, não é terapeuta e não é a amiga que escuta. Nenhum link para superfície da plataforma adulta, em nenhuma hipótese.
Quem sai antes do fim também recebe o cartão, e esta é correção de 2026-08-31. A versão anterior só previa o componente no fechamento, e o efeito prático era perverso: quem termina a lição, que em média é quem está bem, recebia a oferta de ajuda; quem não consegue terminar, que é o sinal mais próximo de sofrimento que um produto sem telemetria, sem chat e sem campo de texto consegue ter, não recebia nada. Na 5.4 essa é exatamente a criança de risco: lê o cartão de história com o pedido de morte, se reconhece, fecha o aplicativo no meio e sai sem porta nenhuma. A seção 11.6 acerta ao tornar o abandono neutro na mecânica e errava ao torná-lo neutro no cuidado.
Regra: em lição de nível N1 ou acima, sair antes do fim exibe o componente do nível uma vez, no mesmo cartão estático, com a mesma redação canônica e a mesma forma. Sem XP, sem pontuação, sem som, sem perguntar por que saiu, sem "tem certeza?", sem contador e sem qualquer botão que devolva o jogador à lição. Uma vez por lição e por jogador: quem sai de novo não vê de novo. Nada disso é registrado, conforme R1 e R2 da seção 11.9, e o abandono continua neutro na lamparina e na sequência, conforme a regra 5 da seção 11.6. A verificação 15 da camada 1 prova que a rota de saída antecipada de toda lição marcada passa pelo mesmo componente.
11.5 Aviso prévio
Avisar ajuda, desde que o aviso não seja um aviso de conteúdo. Alerta escrito em idioma jurídico ("esta unidade contém temas sensíveis") produz ansiedade antecipatória, ensina evitação e não protege ninguém. O instrumento aqui não é proteção contra o conteúdo, é convite a companhia, e a diferença está inteira na redação e na existência de uma segunda opção real.
Onde e quando. Uma vez por jogador por unidade, no máximo, e não reaparece quando o jogador rejoga.
- Unidade com dois ou mais nós de nível N1 ou acima: o aviso de unidade aparece na porta da unidade, antes do primeiro nó, com o modelo de unidade da seção 11.4 e o
{assunto aprovado}daquela unidade. - Unidade com um único nó marcado: aparece o aviso de nó, imediatamente antes desse nó e não na porta, porque avisar quatro lições antes desperdiça o sinal. Vale em qualquer nível, com o modelo de nó da seção 11.4 e a
{frase aprovada}daquela lição. É o caso das unidades 2 e 4 da Trilha das Origens. - Todo nó N3 ganha o aviso de nó adicionalmente, mesmo quando já houve aviso de unidade, desde que o aviso de unidade tenha ficado a mais de um nó de distância. É a única duplicação permitida, e existe porque N3 é a cena mais pesada do produto e merece um sinal adjacente.
Em resumo, e é assim que a camada 1 confere: o aviso de unidade é da porta e o aviso de nó é da lição; um nó marcado nunca fica sem um dos dois, e nenhum dos dois é improvisado no momento da construção.
Hoje isso significa, e a lista está completa: aviso de unidade na unidade 3 da Trilha das Origens (já previsto, e agora com três nós marcados, porque a 3.3 passa a ser marcada pela condição 7 da seção 11.12) e na unidade 5 da Trilha 2 (não estava previsto e passa a estar, porque a unidade tem a 5.2 em N1 e a 5.4 em N3); aviso de nó imediatamente antes da 5.4 da Trilha 2, da 2.5 das Origens e da 4.3 das Origens, sendo o da 5.4 a duplicação permitida pela terceira regra e os outros dois o caso de nó único das unidades 2 e 4.
A regra que faz a saída ser real, e sem ela o aviso é coerção. Escolher "Volto depois" não apaga a lamparina e não custa nada. O jogador volta ao mapa com pelo menos um nó alternativo disponível naquele dia (revisão, versículo do baú, ou um nó de outra trilha), e completar esse nó acende a lamparina do dia normalmente. Se recusar a unidade pesada quebrasse a sequência, o produto estaria usando a mecânica de retenção para empurrar uma criança para dentro de um conteúdo do qual ela acabou de dizer que quer distância. Isso é dark pattern com assunto de morte, e é a pior coisa que este documento poderia deixar passar. O compromisso equivalente já existe no contrato de anti-padrões da Parte 3, seção 11, e na seção 7 deste documento; aqui ele vira regra dura e verificável.
E ela ganha prova estática, porque era a única regra estrutural desta seção que não tinha. Dizer "com pelo menos um nó alternativo disponível naquele dia" é promessa de grafo, e grafo se confere. A verificação 14 da camada 1 roda sobre o caminho no pacote core e prova, para todo nó marcado, que existe pelo menos um nó não marcado completável no mesmo dia por um jogador naquela posição, contando revisão espaçada, versículo do baú e nós de outras trilhas já abertas. Falha derruba o build e não vira aviso, porque a alternativa é a criança que recusou a lição perder a lamparina do dia e aprender que recusar custa, que é precisamente a coerção que esta regra existe para impedir.
A tela de aviso não é conteúdo e não é conquista: sem XP, sem talentos, sem pontuação, sem animação, sem som.
11.6 Missões, notificações e lamparina
É aqui que a armadilha mora, porque missão diária e notificação são geradas, e confiar em vigilância editorial num sistema gerado é o mesmo que confiar em não esquecer. Seis regras, e a segunda é a que sustenta todas as outras.
Nenhuma lição de nível N1 ou acima é objeto de missão diária, de campanha, de evento sazonal ou de desafio. Não é a lição-alvo, não é a lição sugerida e não conta em missão do tipo "complete a próxima lição".
O bloqueio é do dado, não da redação. O gerador de missões e o de notificações leem o campo
gatilhose excluem tudo acima de N0 antes de sortear. Sem essa regra na camada de dados, a armadilha acontece sozinha, em produção, num domingo à noite, sem ninguém ter feito nada de errado.Nenhuma notificação usa o título nem o conteúdo dessas lições. Quando a próxima lição do jogador for uma delas, a notificação usa texto neutro de trilha. Regra herdada do item 14(j) da Parte 2d e mantida palavra por palavra. O nó "Perguntas que todo mundo faz" também nunca é destino de notificação.
Nenhuma notificação de reengajamento de lamparina ("sua lamparina vai apagar") é disparada em dia cujo próximo nó seja N1 ou acima. Usar medo de perder sequência para empurrar uma criança sozinha para dentro da lição do Elias ou da lição do Caim seria a forma mais eficiente de este produto causar dano, e seria criada sem má intenção, por um job semanal. Correção de 2026-08-31: a versão anterior usava N2 como limiar, e era a única das seis regras a fazê-lo. O efeito era concreto na marcação da seção 11.12, porque Origens 4.3 (o dilúvio), Origens 3.4 (o "e morreu" oito vezes) e Trilha 2, 5.2 (morre o filho da viúva) são N1: a regra 3 protegia o título da lição e deixava o mecanismo de medo intacto, e a notificação das nove da noite empurrava a criança para dentro da mesma lição que este documento usa como exemplo de horror duas seções antes. As seis regras passam a usar um limiar único, N1 ou acima, e a verificação 8 da camada 1 passa a cobrir o gatilho de reengajamento.
Lição de gatilho nunca é o único caminho para manter a lamparina no dia, e recusar ou abandonar uma lição de gatilho é neutro: não conta erro, não quebra sequência, não é lembrado e não é contado como abandono. Ninguém pode ter que atravessar a morte de Abel para não perder a sequência. A decisão M3 já garante que a lamparina quebrada não tem restauração paga e que o recorde é preservado; esta regra fecha o outro lado.
Nenhuma insígnia, pergaminho, conquista, título, bônus temático ou desafio cronometrado que nomeie ou celebre a cena dura, vinculado a lição ou unidade de gatilho. Nada de "Coração forte", "Atravessou o dilúvio", "Sobrevivente". E nenhum ranking, liga ou card de compartilhamento expõe o título dessas lições: um card "Completei: E o Senhor fechou a porta" postado por um adolescente é o produto usando morte em massa como material de marketing feito por criança.
Delimitação, e ela é correção de 2026-08-31. A redação anterior fechava com "o XP é o padrão da lição e nada além dele", e combinada com a regra de agregação da seção 11.2 (o nível da unidade é o maior nível de qualquer lição) ela alcançava as unidades 2, 3 e 4 das Origens e a unidade 5 da Trilha 2, retirando sem dizer a recompensa em talentos dos Desafios do Baú 2, 3, 4 e do Baú 5 da Trilha 2 e o bônus de perfeição das lições marcadas. Isso é mudança de mecânica declarada na seção 6 do documento mestre, em quatro unidades, feita por efeito colateral de uma regra sobre insígnias. A recompensa padrão do Desafio do Baú e o bônus de perfeição permanecem, porque nenhum dos dois nomeia a cena, nomeia a morte ou celebra o conteúdo: eles remuneram revisão e acerto, exatamente como em qualquer outra unidade, e retirá-los puniria a criança por ter estudado o capítulo difícil. O que a regra proíbe é nome, tema e ostentação, e não a economia normal do jogo. O que continua valendo sem exceção: no fecho da lição marcada não há animação de comemoração, som nem confete, conforme a seção 11.4.
11.7 Como se escreve dentro de uma lição de gatilho
Cinco regras positivas, escritas como obrigação e não como exceção às proibições, para que nem o gerador nem o revisor leiam a P4 como autorização para esvaziar o currículo.
Princípio da não imputação. Nenhum texto exibido ao jogador liga estado emocional a estado espiritual, nas duas direções: nem afirma que quem está mal está mal com Deus, nem afirma que quem crê não fica mal. Em lição marcada, Deus nunca é sujeito de frase sobre o sentimento do jogador, e nenhuma frase atribui finalidade divina ao sofrimento de quem joga. O material descreve o que o texto bíblico descreve, e para aí. Um jogo secular que fala de morte produz tristeza; um jogo de fé que fala de morte produz tristeza mais uma explicação, e o vocabulário mais à mão para uma criança de 12 anos é o espiritual.
A explicação de acerto é dispositivo de segurança, e é obrigatória em lição marcada. Achado da lente pastoral, e é o mais concreto de todos: o exercício 11 da lição 5.4 traz o distrator "que quem tem fé de verdade nunca fica assim por dentro", que é a melhor frase da unidade e a mais perigosa, porque é a mentira que a criança já carrega, escrita na tela e marcada como errada pelo próprio jogo. Só que ela hoje é refutada apenas para quem clica nela. Quem acerta vê "Isso! Muito bem." e a mentira segue de pé, tendo ganhado existência na tela sem ganhar resposta. Em lição marcada, o campo de explicação de acerto é obrigatório e refuta o distrator perigoso.
Dependência de schema, declarada, porque hoje a verificação 11 é promessa e não teste. O campo não existe. As treze unidades já escritas usam uma coluna única rotulada "Gabarito e explicação de erro", e a busca por "explicação de acerto" em docs/gamificacao/conteudo/ não retorna nenhuma ocorrência. O tipo ExerciseBase do pacote core tem id, tipo, enunciado, explicacaoErro e fonte opcional, e o acerto exibe texto fixo nas duas telas de jogo. Criar o campo, que chamo aqui pelo nome que ele terá, explicacaoAcerto, exige: campo novo no tipo de exercício do core e no esquema Zod (decisão T3, Zod como fonte), exibição no painel de acerto das duas telas, coluna nova no markdown de revisão docente, campo novo no JSON do pacote e ajuste no conferidor de conversão. Consequências que ficam escritas para não serem descobertas tarde: a mudança alcança as treze unidades já escritas, e não só as marcadas, porque a coluna do markdown muda para todas; e a verificação 11 só entra em vigor depois dela, sendo até lá pré-condição declarada de conversão e não teste ativo. Esta é a mesma mudança de produto que o item 5 da seção 3 da Parte 2d já pedia, e aqui ela deixa de ser pedido de uma trilha e vira dependência da P4.
Regra do fecho. Nenhuma lição marcada termina na cena dura. Termina no que o texto faz em seguida. O material já pratica isso três vezes (5.4 fecha em Deus cuidar primeiro do corpo cansado, a unidade 4 fecha na promessa e não na água, a 3.2 segue direto para o sinal de proteção); aqui vira regra escrita e verificável.
O cartão do componente de ajuda não satisfaz a regra do fecho. Precisa estar escrito, porque a camada 1 não interpreta e porque o documento inteiro depende dessa distinção: o componente não é conteúdo, não conta história, não cita personagem e não devolve o jogador ao caminho, exatamente como a seção 11.4 já diz ao recusar o Componente B que recontava Elias. Logo, uma lição marcada precisa de um cartão de fecho de conteúdo antes do componente, e o componente vem depois de tudo. Consequência nomeada, e ela alcança uma das quatro lições destravadas: a lição 2.5 das Origens fecha, pelo desenho aprovado e pelo item 14(q) da Parte 2d, em "és pó, e em pó te tornarás", que é a cena dura. Ou a regra do fecho reprova a 2.5, ou o componente conta como fecho, e a versão anterior não dizia qual. Fica dito: o componente não conta, e a 2.5 entra na seção 11.12 como condição nomeada, com a redação do cartão de fecho a escrever pela camada 4 junto da revisão do item 14(q).
E a regra tem um limite que ela não resolve sozinha, registrado aqui e nomeado na assinatura. Em Trilha 2, 5.2, o que o texto faz em seguida é o menino morto voltar a viver. A política acrescentou essa lição à lista justamente porque morre uma criança, e depois manda a lição fechar numa ressurreição. Para quem enterrou alguém há pouco, esse fecho pode virar a pergunta de por que o dele não voltou. A P4 não resolve isso com conteúdo, porque não aconselha e não acompanha; o que ela faz é parar de fingir que não vê: a pergunta está escrita na alínea (d) da assinatura bloqueante da seção 11.1, e a lição e a frase exata do fecho entram no bloco 1 do material dos responsáveis.
Regra da fronteira. O Caminho faz três coisas e só três: nomear (dizer que aquilo tem nome e que a Bíblia fala disso), desculpabilizar (dizer que sentir isso não é falta de fé nem pecado) e apontar (dizer para quem falar, hoje, uma pessoa de verdade). Não faz nenhuma das cinco seguintes: não avalia (nenhuma pergunta, escala ou triagem sobre o estado do jogador), não diagnostica (nenhuma palavra clínica em texto exibido), não aconselha (nenhum plano, técnica, respiração ou passo a passo), não acompanha (nenhum retorno ao assunto, nenhuma pergunta posterior, nenhum lembrete) e não guarda (seção 11.9). O Caminho cuida até a porta. Quem atravessa a porta com a criança é um adulto humano, e nunca o aplicativo.
Delimitação fina, porque a regra lida sozinha proibiria o melhor exercício da lição 5.4. O exercício 11 pergunta "tem dias em que você acorda sem força para nada e nem sabe explicar por quê. O que essa história ajuda a lembrar?". Ele é permitido, e a política diz isso com todas as letras, porque pergunta o que a história ensina, que é cognitivo e tem gabarito no texto, e não o que o jogador sente, que é autorrelato e não tem gabarito possível. A linha é essa: pode-se perguntar o que a história ajuda a lembrar; nunca se pergunta como o jogador está. O item 3 da seção 11.8, que proíbe pergunta sobre a vida do jogador, remete explicitamente a esta delimitação, para que a proibição e a permissão sobre o mesmo exercício não fiquem em dois lugares do documento sem se conhecerem.
Regra da não censura. Nenhuma cena é removida por ser difícil. Uma cena só sai em dois casos: quando o texto não a sustenta e o material teria que inventar (a arma de Caim), ou quando o dano previsível supera o ensino e o ensino tem outra porta declarada (Gênesis 9:20-27, cujo ensino passa por Gênesis 8:21). Fora desses dois casos, a cena entra, sob as regras de tratamento. Sem esta regra, a P4 vira desculpa para cortar, e um material que esconde o que a Bíblia diz ensina ao jovem que a Bíblia esconde coisa, e ele descobre sozinho aos 14, num lugar sem nenhuma mediação.
A regra do item 14(q) da Parte 2d é promovida. "A morte nunca é o que o exercício cobra" deixa de ser regra de uma trilha e passa a ser derivada automática do campo gatilhos, verificada pela camada 1 em todo o produto: nenhuma morte, individual ou coletiva, é enunciado, alternativa correta, lacuna, item de contagem ou item de ordenação, em nenhuma lição marcada e em nenhum Desafio do Baú. Em nível N3 a proibição alcança também a citação do pedido de morte como estímulo de exercício.
11.8 A lista do que não se faz
Lista fechada, cada item verificável, valendo para toda lição de nível N1 ou acima salvo onde indicado. Os itens de missão, notificação e lamparina estão na seção 11.6 e os de dados na 11.9; aqui ficam os demais.
- Nenhum campo de texto livre, em nenhum momento, dentro ou depois dessas lições. Nem "conte o que você sentiu", nem diário, nem caixinha de oração, nem "escreva o nome de quem você perdeu". Um desabafo sem ninguém do outro lado é pior que nenhum desabafo, porque cria expectativa de resposta que o produto não pode honrar.
- Nenhum seletor de humor, régua de emoji, "como você está hoje?" ou termômetro de sentimento. Parece inofensivo e é o pior item da lista, porque coleta estado mental de menor com aparência de brincadeira.
- Nenhuma pergunta sobre a vida do jogador, em exercício, enquete, fechamento ou pesquisa de fim de unidade, salvo a delimitação fina da seção 11.7, que permite enunciado situacional cuja pergunta seja sobre o que a história ensina e cujo gabarito esteja no texto. A linha, na forma verificável: pode-se perguntar o que a história ajuda a lembrar, nunca como o jogador está. Sem esta remissão, o item proibiria literalmente o exercício 11 da lição 5.4, que a seção 11.7 permite com todas as letras e aponta como o melhor da lição, e quem escrever o conferidor desempataria sozinho pela regra que tem forma de regra.
- Nenhuma promessa de sigilo, em nenhuma formulação ("fica só entre a gente", "ninguém vai ver"). Não prometemos sigilo porque não há nada a guardar, e porque prometer sigilo a menor é a assinatura de um padrão de aliciamento, ainda que aqui feita por um produto bem-intencionado.
- Nenhum diagnóstico, sintoma, estatística ou conselho clínico em texto exibido. O produto não diz o que a pessoa tem, o produto diz onde tem gente que ouve.
- Nenhuma promessa de desfecho ("vai passar", "Deus vai curar") e nenhuma explicação teológica da dor de quem joga (seção 11.7).
- Nenhuma imagem de luto (lápide, caixão, coração partido), nenhuma ilustração da cena de violência, e nenhuma pessoa ou animal fora da arca, conforme o briefing já vinculado à decisão O1.
- Nenhuma cena dura como último cartão da lição, e nenhuma construção em segunda pessoa dirigida ao jogador em cartão de cena de pecado, juízo ou punição, com uma exceção explícita: discurso direto citado entre aspas. Correção de 2026-08-31: a redação anterior dizia "nenhuma construção em segunda pessoa" e era indecidível por máquina, porque derrubava o build por dois caminhos. Falso positivo garantido: fala bíblica citada dentro de cartão de cena dura está em segunda pessoa por natureza, e as duas redações canônicas da Parte 2d a contêm ("onde está Abel, teu irmão?" no cartão da 3.2, "Levanta-te, come" no cartão da 5.4). Colisão real: o cartão da lição 2.5, cuja redação exata está fixada no item 14(b) da Parte 2d, diz "Repare em quem não é amaldiçoado: nem o homem, nem a mulher", que é imperativo dirigido ao leitor dentro de um cartão de sentença. Exceção nominal registrada para esse caso, com o motivo: o item 18 da Parte 2d proíbe dirigir-se ao jogador como culpado, e "repare em" é instrução de leitura que faz o oposto, aponta para quem não é amaldiçoado. A alternativa, trocar por construção impessoal, vai à camada 4 como item pontual, e enquanto ela não for decidida o cartão permanece na redação canônica do 14(b), que este documento não altera unilateralmente.
- Nenhum link, botão ou menção a superfície da plataforma adulta: Jairus, comunidade BuddyBoss, WhatsApp de suporte da Unigrace, biblioteca, cursos, lives. O WhatsApp de suporte atende adulto sobre assinatura, não é canal de proteção à infância, e encaminhar menor para lá cria dever de cuidado que a equipe não tem como sustentar e contato adulto com menor fora de qualquer política. Isto é a tradução operacional da decisão D6 e da seção 9 do documento mestre.
- Nenhuma redação de encaminhamento é gerada, parafraseada, traduzida, resumida ou adaptada por LLM. Constante no código, igualdade literal conferida pela camada 1, falha de build se divergir.
- Nenhum teste A/B, nenhuma variante, nenhuma remoção experimental dos componentes de ajuda ou do aviso prévio, e nenhum deles é dispensável por opção do jogador ("não mostrar de novo").
- Nenhuma cena removida por medo, fora dos dois critérios da regra da não censura (seção 11.7).
11.9 Registro de dados
A pergunta que ninguém tinha feito: o jogo deve registrar que alguém tocou no componente de ajuda? Não, e a proibição é permanente, não característica da versão atual.
Se o jogo registrasse isso, o evento não diria "o dispositivo X tocou num botão". Diria, por construção, "quem usa este aparelho procurou ajuda logo depois de uma lição em que o personagem pede para morrer". Isso é inferência sobre o estado emocional de um menor. Discutir se é ou não "dado referente à saúde" já seria o erro: a postura correta é reparar que estaríamos construindo, sem querer, um cadastro de risco de crianças indexado por aparelho, num produto que de propósito não pede conta, sem consentimento de responsável e sem base legal disponível. E a seção 2 promete por escrito, num documento voltado a pais, que nunca coletamos dado sensível. A exposição concreta aqui não é multa, é promessa quebrada no documento que existe para gerar confiança.
R1. O toque no componente de ajuda nunca é evento. Não com install_id, não sem. Sem contador, sem flag de sessão, sem marca em armazenamento local. A proibição alcança até a flag puramente local, porque ela é o degrau: existindo a flag, algum ticket futuro vai querer sincronizá-la, e a discussão será refeita por quem não leu isto.
R2. Lição de nível N1 ou acima sai da telemetria com identificador. Os eventos dessas lições são enviados sem identificador nenhum, como incremento de contador agregado, ou não são enviados. Isso preserva "quantas pessoas concluíram a lição 3.4" e destrói "quem". O mesmo vale para o aviso prévio, para a escolha de "Volto depois" e para a saída antes do fim. Onde as duas regras se tocam, R1 prevalece: nenhum contador, nem agregado, distingue se o componente de ajuda foi exibido ou tocado, e a entrada permanente do menu não gera evento de espécie alguma, agregado inclusive, porque um contador de "quantas pessoas abriram a tela de ajuda hoje" é a primeira metade de exatamente o cadastro que R1 existe para não construir.
Dependência de engenharia, declarada, porque este documento declara todas as outras. Hoje a telemetria da Fase 2 é descrita na seção 8.2 do documento mestre como "evento de lição concluída com ID de instalação", e a seção 2 deste documento registra o install_id como telemetria anônima. Ou seja, existe um caminho de envio, e ele carrega identificador. A R2 exige um segundo: o cliente precisa suportar dois caminhos de telemetria, um com install_id e outro estritamente agregado e sem identificador algum, e a lição marcada usa o segundo. Enquanto o segundo caminho não existir, o correto é não enviar nada das lições marcadas, e nunca enviar pelo caminho existente "só por enquanto". A dependência fica vinculada à pendência P4-J6, que questiona o status do próprio install_id: se a resposta dela for que o identificador não se sustenta como anonimizado, esta regra deixa de ser a mais restritiva do produto e passa a ser o padrão dele.
R3. A pergunta de segurança não se responde por telemetria. A dúvida verdadeira ("o cartão está sendo mostrado?") não precisa de runtime: precisa de garantia estática, e a camada 1 prova no build que 100% das lições marcadas carregam o componente com a redação exata. Isso converte uma medição sobre a criança numa verificação sobre o arquivo, que é gratuita, mais confiável e sem passivo. A dúvida restante ("o cartão funciona?") também não é telemétrica: responde-se com adolescentes numa sala, um líder presente e autorização em papel, instrumento que já existe.
R4. Cláusula de reabertura. Qualquer proposta futura de instrumentar componente de ajuda, aviso prévio ou lição marcada exige, cumulativamente: parecer escrito do encarregado (P3), relatório de impacto à proteção de dados, e reabertura formal da P4 com nova assinatura clínica ou pastoral. Sem os três, a proposta é recusada por política, e quem recusa não precisa argumentar.
O saldo, honesto: perdemos um número que seria genuinamente útil e ganhamos não ter um cadastro de crianças em risco. O número perdido não seria acionável de qualquer forma, porque não diria por quê, não permitiria agir sobre ninguém em particular e chegaria semanas depois.
11.10 Material dos responsáveis, e as igrejas parceiras
O que precisa estar lá, em oito blocos, e a ordem importa porque o pai lê os dois primeiros e decide se continua:
- A lista nominal das lições marcadas, com a referência bíblica, o nível e a redação exata que a criança vai ler. Transparência radical é o ativo aqui: um pai que lê a frase da morte de Abel exatamente como o filho leu para de imaginar coisa pior. Entram nominalmente, com a frase exata do fecho, as duas lições em que o fecho é ele mesmo assunto de cuidado: a 5.2 da Trilha 2, que termina no menino voltando a viver, com uma linha dizendo ao adulto enlutado que essa lição pode levantar a pergunta de por que o dele não voltou; e a 2.5 das Origens, que termina em "és pó, e em pó te tornarás".
- O que o jogo não faz, sem eufemismo: não pergunta ao seu filho sobre perdas, não tem chat, não tem campo de texto, ele não consegue nos contar nada e nós não conseguimos saber nada. Portanto não somos, e não podemos ser, quem vai perceber. Quem percebe é você. Prometer qualquer outra coisa seria a única mentira desta seção capaz de causar dano real.
- Por que a linha de escuta aparece em uma lição e não nas outras, com o argumento da seção 11.3 em três parágrafos.
- O que fazer se ele vier falar, em três ou quatro linhas concretas escritas por quem tem formação: ouvir sem corrigir, não minimizar, não transformar em lição espiritual, procurar ajuda profissional sem esperar piorar.
- Os recursos, com o CVV nomeado e explicado, incluindo o ponto que costuma ser ignorado, que o adulto também pode ligar, inclusive para perguntar como falar com uma criança. Os demais canais que o Jairus já usa em produção entram aqui e não na tela do jogador: 190 em perigo imediato e 180 para violência contra a mulher. Entra também, com o nome exato, a entrada permanente do menu do jogo, "Preciso falar com alguém", dizendo o que ela abre: o adulto que sabe que aquilo existe é a forma de indicação que de fato funciona, e é a única que não é o aplicativo falando sozinho com um menor. O mesmo texto vai para o kit do líder.
- A rota para violência contra criança, com o Conselho Tutelar e o canal federal de denúncia, com nome e número conferidos (pendência P4-J3, e nada é impresso antes dela).
- A seção de dados, curta: o que é coletado (na Fase 2, nada de pessoal), o que nunca é, direitos, e contato do encarregado (P3).
- Quem revisou este material, com nome, formação e data, e a frase de que a Unigrace não é serviço de saúde.
Como uma família chega lá sem ter conta. A resposta honesta é que a maioria não chega, e o desenho não pode depender disso. Formulação que fica escrita, porque impede uma ficção de voltar: como o consentimento foi deliberadamente tirado do caminho crítico, o material dos responsáveis é canal de distribuição e não canal de notificação; nenhuma medida de segurança pode ter como único mecanismo de entrega uma página que ninguém é obrigado a abrir. As rotas, em ordem de taxa de entrega real: a igreja parceira, em papel, que é a rota primária na Fase 2 e a única com entrega verificável; a página pública sem login, em URL estável do domínio do jogo, rotulada "Para pais e responsáveis", alcançável do menu e do rodapé; QR code no material impresso e no kit do líder; e, da Fase 3 em diante, o e-mail ao responsável, como camada adicional e nunca primária. Distinção que a Parte 2d não fazia e que fica registrada: a proibição é de mandar a criança para a plataforma adulta; uma página estática do próprio jogo, sem login e sem chat, é outro objeto. O cartão de ajuda continua sem link, para não transformar cuidado em navegação, e o endereço do CVV nele é texto selecionável e não link, exatamente como decidido na seção 11.3.
O link sai da tela de aviso prévio, e isto é correção de 2026-08-31. A versão anterior punha ali um link para o material dos responsáveis, com o argumento de que é o momento de maior relevância parental do produto e custa uma linha. O argumento é bom e a tela é errada: o aviso prévio é tela da criança, com dois botões e um convite a tocar, num momento em que ela acabou de ser avisada de que vem conteúdo pesado. Toda criança toca. E o destino é uma página que carrega, por desenho, a lista nominal das lições marcadas, o que fazer se ela vier falar, o 190, o 180 e a rota de violência contra criança, ou seja, quase tudo o que o bloco "o que nunca aparece na tela do jogador" da seção 11.4 tira da frente dela. Manter o link seria devolver por um toque o que a política retirou por regra. A distribuição fica no menu, no rodapé, no QR do impresso, na igreja parceira e, da Fase 3 em diante, no e-mail.
E a premissa correta da página fica escrita, porque ela não é superfície adulta. A página é pública, sem login, e vai ser lida por crianças, tanto pelo menu quanto por acaso. Portanto ela é redigida para não causar dano a quem tem 10 anos e a abre: nenhuma lista de sintomas, nenhuma estatística, nenhuma instrução do tipo "se você está pensando em", nenhuma moldura de crise, nenhum título que anuncie risco. Os números de emergência aparecem apresentados como recursos para o adulto, na segunda pessoa do adulto e nunca da criança, dentro de um bloco que diz para quem eles servem. A regra do não introduzir vale aqui como vale na tela do jogo, com a diferença de que o leitor previsto é outro e o leitor real pode ser qualquer um dos dois.
A igreja parceira, com um líder na sala. Não muda nenhuma regra de conteúdo, e não pode mudar, porque o produto não sabe se há um adulto na sala, e regra condicionada a contexto indetectável é regra inexequível. Mas o cenário muda três coisas, e as três entram na política. Primeira: o kit do líder deixa de ser cortesia e vira condição da parceria (ligada à decisão O2); sem kit entregue e sem autorização em papel assinada pelas famílias, não há turma. Segunda: nasce um dever nosso perante o líder, que hoje ninguém tinha escrito. Estamos pedindo a um voluntário, muitas vezes com vinte anos de idade, que esteja presente enquanto vinte crianças jogam uma lição em que um profeta pede para morrer. Ele precisa, por escrito e antes: (a) do aviso de quais lições da semana carregam gatilho, por nome; (b) de orientação curta do que fazer e do que não fazer, e o não fazer é o mais importante, porque a tentação natural do líder é abrir uma roda de partilha de perdas, que é exatamente o que não se faz com um grupo de menores sem preparo; (c) de um contato humano nomeado na Unigrace, com telefone. Terceira: ganha-se a única coisa que de fato funciona, que é alguém perceber. O cartão de ajuda é uma placa; o líder é a intervenção. Duas cautelas acompanham, para o cenário não virar falsa segurança: adulto presente não é sinônimo de adulto seguro, e por isso a fórmula ampla dos componentes fica exatamente como está e o produto nunca direciona a criança a uma pessoa específica; e não se gateia conteúdo por contexto, ou seja, jogar as unidades marcadas em turma mediada é recomendação do kit do líder e da página dos pais, nunca tranca, porque exigir mediação violaria "jogar não exige conta" e puniria precisamente a criança isolada, que é a que mais precisa.
11.11 Como isso se verifica, e quem assina
No arquivo de conteúdo. Bloco estruturado por lição, no markdown de revisão docente e espelhado no JSON do pacote de conteúdo. O nível não é escrito à mão, é derivado da tabela da seção 11.2.
yaml
licao: 5.4
gatilhos: [desejo-de-morrer] # vazio = N0; valores só da lista fechada da P4
nivel: N3 # derivado, nunca escolhido
componente: B # derivado do nível
abertura: B # derivada: A | V | V-perda | B | B-menu, conforme 11.4
aviso: [unidade, no] # conforme 11.5; "no" vale em qualquer nível
fora_de: [missao, notificacao, campanha, pressao-de-lamparina]
revisao: dedicada
assinaturas:
docente_1: <nome>, <data>
docente_2: <nome>, <data>
clinico_ou_pastoral: <nome>, <data> # obrigatório em N3
politica_p4: <versão vigente na aprovação>Camada 1, máquina, e nada disso depende de memória de revisor. Quinze verificações. Quatorze são implementáveis como teste que derruba o build contra o formato de hoje; a de número 11 tem uma metade que depende da criação do campo explicacaoAcerto (seção 11.7) e, até lá, é pré-condição declarada de conversão e não teste ativo. Essa distinção está escrita porque a versão anterior afirmava que todas as verificações eram implementáveis, e uma não era.
- Detecção por léxico sobre todo o texto da unidade, cartões, objetivos de lição, enunciados, distratores, explicações de acerto e de erro e notas de curadoria: ocorrência em lição com
gatilhosvazio derruba. A máquina só acusa, nunca absolve: a declaração do autor tem que ser um superconjunto da detecção. - Todo nó tem o campo
gatilhospreenchido, ainda que vazio. - Toda lição marcada traz o componente do seu nível, com igualdade literal contra a constante canônica.
- Contagem token a token, e não por conjunto. Em N1 e N2: zero ocorrência de "188", zero de "CVV" e zero de "cvv.org.br". Em N3: exatamente uma ocorrência de cada um dos três, todas dentro da constante do componente. É a verificação que transforma a decisão da seção 11.3 em algo que uma máquina cobra. Correção de 2026-08-31: a redação anterior mandava N3 conter "exatamente uma ocorrência" de um conjunto de três tokens, e o Componente B contém os três, de modo que um conferidor que contasse o conjunto derrubaria o build na única lição N3 do acervo.
- Nenhuma lição N2 cita ou alude a "honra teu pai e tua mãe".
- Unidade com dois ou mais nós marcados tem aviso de unidade; unidade com um nó marcado tem aviso de nó, em qualquer nível; todo nó N3 tem aviso de nó. O nó de aviso existe, traz a redação exata do modelo do seu tipo com o campo variável preenchido pelo valor aprovado na camada 4, e não concede XP nem pontuação.
- Nenhuma morte em enunciado, alternativa correta, lacuna, contagem ou ordenação, em lição marcada e no Desafio do Baú, inclusive no Baú que herdou nível pela regra de agregação da seção 11.2; em N3, nenhuma citação do pedido de morte como estímulo, e a frase não entra no Guardar no Coração nem na revisão espaçada.
- Nenhuma lição marcada aparece em lista de missão, campanha ou template de notificação, verificado contra o pacote
core; nenhum Desafio do Baú de nível herdado aparece nessas listas; nenhuma lição marcada conta para quebra de lamparina; e nenhum gatilho de reengajamento de lamparina dispara em dia cujo próximo nó seja N1 ou acima, conforme a regra 4 da seção 11.6. - Nenhuma URL em texto exibido ao jogador, com uma única exceção fechada:
cvv.org.br, dentro da constante do Componente B, na abertura B ou na abertura B-menu. A lista negativa das superfícies adultas (Jairus, comunidade, WhatsApp de suporte, biblioteca, cursos, lives) continua absoluta e sem exceção. Nenhuma outra cadeia com forma de endereço passa, inclusive a da página para responsáveis, que pela seção 11.10 não é linkada de nenhuma tela de lição nem da tela de aviso prévio. Correção de 2026-08-31: sem esta exceção escrita, a verificação 9 e a verificação 3 eram mutuamente exclusivas na única lição N3 do acervo, e o desempate provável não seria o build quebrado, seria alguém apagarcvv.org.brdo componente, deixando o adolescente que não liga com uma porta que só abre por telefone. - Nenhum campo de entrada de texto em lição marcada.
- Nenhuma segunda pessoa dirigida ao jogador em cartão de cena de pecado, juízo ou punição, com a exceção de discurso direto citado entre aspas e as exceções nominais registradas no item 8 da seção 11.8; e explicação de acerto presente em toda lição marcada, esta metade condicionada à criação do campo
explicacaoAcertodescrita na seção 11.7. - Assinaturas presentes e não vazias, com
politica_p4apontando para a versão vigente; assinatura ausente ou apontando para versão revogada bloqueia a conversão para JSON. - A entrada permanente existe, está no menu em posição fixa e sempre visível, tem o rótulo exato "Preciso falar com alguém", abre a variante canônica B-menu com igualdade literal, não concede XP e não registra evento de nenhum tipo. É a salvaguarda que a política declara permanente e que, até 2026-08-31, era a única sem prova estática.
- A saída é real. Sobre o grafo do caminho no pacote
core, para todo nó marcado, existe pelo menos um nó não marcado completável no mesmo dia por um jogador naquela posição, contando revisão espaçada, versículo do baú e nós de outras trilhas já abertas. Falha derruba o build e não vira aviso. - A rota de saída antecipada de toda lição marcada passa pelo componente do nível, com igualdade literal, sem XP, sem som e sem pergunta ao jogador, conforme a regra de abandono da seção 11.4.
Camada 4, humana. O autor propõe os gatilhos no momento em que escreve, e gatilho não marcado é defeito do autor e não achado do revisor. O revisor docente confirma. Divergência entre o marcado pelo autor e o do revisor sobe para o revisor clínico.
Revisão dedicada, e a arbitragem do teto. N2 e N3 são sempre lição de revisão dedicada, com dois professores. N1 não é automaticamente dedicada: entra na Carta de Escopo da trilha quando o corpo docente quiser. A lente jurídico-operacional propôs que toda lição marcada fosse dedicada, o que colocaria cinco lições dedicadas na Trilha das Origens e estouraria o teto de quatro da seção 7.4 da Parte 2c, e propôs resolver rebaixando a lição 1.1 a item pontual. Perde, porque 1.1 é o cartão de criação e ciência, o mais sensível do projeto inteiro, e rebaixá-lo para abrir vaga para uma lição de genealogia é gastar o teto no lugar errado. O teto se respeita corrigindo a regra que o estourava, não a lição que ele protegia. Com esta redação, a lição 3.4 segue marcada como N1 sem virar dedicada.
E o teto volta a apertar, por causa da 3.3, e a política não esconde isso. A condição 7 da seção 11.12 marca a lição 3.3 das Origens como N2, o que a torna dedicada por regra e leva a Trilha das Origens de quatro para cinco dedicadas, contra o teto de quatro da seção 7.4 da Parte 2c. Ficam registradas as duas saídas, e a escolha é da Carta de Escopo e do corpo docente, não desta seção: (a) 3.2 e 3.3 são revisadas numa sessão dedicada única, por serem lições contíguas, da mesma unidade e do mesmo gatilho, contando um slot, que é a saída que preserva o teto sem rebaixar nenhuma lição; (b) o teto da trilha vai a cinco por exceção declarada, com o custo dito em dias de revisão docente. O que não é saída, pelo mesmo motivo já arbitrado acima, é rebaixar a lição 1.1.
Quem assina
| # | Assinatura | Perfil | Sobre o quê | O que bloqueia |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Leitura clínica ou pastoral | psicólogo(a) ou psiquiatra com atuação em infância e adolescência, com registro em conselho; segunda opção, capelão ou pastor com formação em aconselhamento e prática com adolescentes, com um psicólogo consultado especificamente no ponto do CVV | seções 11.2, 11.3 e 11.4, mais o tratamento das lições da 11.12 | campo: sem ela, nada marcado é jogado por criança real |
| 2 | Corpo docente | camadas 3 e 4 da Parte 2c | curadoria bíblica das lições marcadas | conversão para JSON |
| 3 | Encarregado de dados | P3, hoje sem pessoa designada | seção 11.9 | qualquer instrumentação |
| 4 | Assessoria jurídica | advogado(a) com prática em proteção de dados e direito da criança | pendências da seção 11.13 | Fase 4, e possivelmente a Fase 2 pública |
| 5 | Dono do produto | Andre | aceite do risco residual e data da próxima revisão | produção, e ela já foi dada em 2026-08-31, no ato de adoção da P4 (seção 11.1). Não há assinatura pendente aqui. O que a linha mantém aberto é a renovação: o aceite vale para a versão vigente da política e é renovado a cada gatilho de revisão da seção 11.1, e uma revisão sem aceite renovado suspende a permanência em produção |
Prazo. A leitura clínica ou pastoral é solicitada com dez dias corridos, na mesma janela fixa da revisão docente (Parte 2c, seção 7.4), para que ela não vire um estado sem saída como "aguardando revisão teológica" virou. Enquanto não houver parecer, a lição permanece bloqueada para campo por tempo indeterminado, e nenhum prazo de produção, de piloto ou de lançamento destrava esse bloqueio.
Registro auditável. Uma tabela única, gerada a partir dos cabeçalhos e nunca digitada à mão: lição, trilha, gatilhos, nível, componente, aviso, assinaturas com nome e data, versão da P4. Regenerada pelo mesmo passo que roda a camada 1. Se alguém perguntar quais lições do produto tocam em morte e quem aprovou cada uma, a resposta é um arquivo com data, e não uma reunião.
11.12 Aplicação imediata: o que esta política destrava
Com a P4 adotada, saem do bloqueio, para produção, as quatro lições travadas: Trilha 2, lição 5.4 (Elias debaixo do zimbro), e da Trilha das Origens a unidade 3 inteira, a lição 2.5 e a lição 4.3. Isso significa escrever, gerar, converter, revisar e construir. Não significa campo: nenhuma delas é jogada por criança real antes da assinatura 1 da seção 11.11.
Marcação inicial do acervo escrito
| Lição | Gatilhos | Nível | Componente |
|---|---|---|---|
| Origens 2.5 (a sentença de Gn 3) | mortalidade-dita-ao-jogador, violencia-entre-conhecidos | N2 | V, abertura V-perda |
| Origens 3.2 (Caim e Abel) | morte-de-personagem, violencia-entre-conhecidos | N2 | V, abertura V-perda |
| Origens 3.3 (Duas famílias, Gn 4:17-26) | violencia-entre-conhecidos | N2 | V, abertura V |
| Origens 3.4 (Gn 5, o "e morreu" oito vezes) | mortalidade-dita-ao-jogador | N1 | A |
| Origens 4.3 (o dilúvio) | morte-coletiva | N1 | A |
| Trilha 2, 5.2 (o filho da viúva de Sarepta) | morte-de-personagem, luto | N1 | A |
| Trilha 2, 5.4 (debaixo do zimbro) | desejo-de-morrer | N3 | B, abertura B |
Nível herdado pelos Desafios do Baú, pela regra de agregação da seção 11.2, para efeito das regras da seção 11.6 e das verificações 7 e 8: Baú 2 das Origens, N2; Baú 3 das Origens, N2; Baú 4 das Origens, N1; Baú 5 da Trilha 2, N3. Nenhum deles exibe componente, porque em todas essas unidades alguma lição já o exibiu. Todos eles saem de missão diária, campanha, evento sazonal e notificação, e nenhum deles pode trazer morte em enunciado, alternativa correta, lacuna, contagem ou ordenação. A recompensa padrão de cada Baú permanece, conforme a delimitação da regra 6 da seção 11.6.
Nove condições, todas anteriores à geração. As três primeiras foram achados da redação original da P4; as de 6 a 9 são achados da revisão editorial de 2026-08-31 e nenhuma delas é opcional.
A lição 2.5 recebe o Componente V e não o A. O item 14(j) da Parte 2d atribuiu a ela o componente de ajuda com o motivo escrito: parte de quem joga mora numa casa em que "e ele te dominará" descreve o cotidiano. O Componente A manda essa criança falar com o pai e com a mãe, ou seja, com a pessoa em quem a lição acabou de fazer ela pensar. Aplicar o A em 2.5 seria repetir, dentro da própria salvaguarda, o erro que a salvaguarda existe para evitar. Ela recebe a abertura V-perda, porque também carrega
mortalidade-dita-ao-jogador.E a objeção que esta condição não pode calar, decidida aqui e submetida ao signatário. O segundo parágrafo do Componente V diz "se o que está difícil está acontecendo dentro da sua casa". Na 3.2 a cena está na tela e o parágrafo é impecável. Na 2.5 não está: pela curadoria do item 14(b) da Parte 2d, a cláusula de Gênesis 3:16 entra citada, sem virar exercício, sem ser chamada de maldição e com declaração explícita de que não é ordem de Deus sobre famílias. A lição fala de consequência no Éden, não da casa de ninguém. Para a criança de 10 anos que está bem, quem nomeia a casa dela pela primeira vez é o cartão de fechamento, e isso é a política fazendo o que ela proíbe. Decisão provisória, para que o implementador não desempate sozinho: vale a opção A, ou seja, a cláusula bíblica exibida no cartão é ela mesma a nomeação que licencia o componente, e a regra do não introduzir da seção 11.3 ganhou a nota que registra isso. A opção B fica escrita e vai junto ao signatário clínico: uma variante do Componente V para a 2.5 sem a expressão "dentro da sua casa", mantendo a rota de fora ("procure um adulto de fora dela") sem nomear a origem do problema. A pergunta ao signatário, textual: numa lição que cita a cláusula sem comentá-la, o componente deve nomear a casa da criança ou deve abrir a rota de fora sem dizer de onde vem o problema?
A lição 5.2 da Trilha 2 passa a ser marcada. Hoje ela não está marcada em lugar nenhum e é lida por gente que perdeu um irmão: morre o filho de uma viúva, ou seja, morre uma criança, que é a morte de maior impacto para este público. Recebe
morte-de-personagemmaislutoe o Componente A no fechamento.O exercício 3 da lição 5.4 é reescrito. Ele é um
whosaidcujo enunciado cita "Basta; agora, ó Senhor, toma a minha alma". Sob a regra de N3, ele não passa: umwhosaidobriga o jogador a reler a frase e escolher em cima dela, e transforma o pedido de morte em item de quiz, que é exatamente o que o item 14(q) da Parte 2d proíbe. O valor pedagógico (que foi Elias, logo depois da maior vitória) se preserva inteiro trocando o estímulo pela situação em lugar da citação, sem aspas e sem a frase, por exemplo perguntando quem se sentou debaixo do zimbro, no deserto, um dia depois do fogo no Carmelo. O cabeçalho da unidade já registrou a intenção de reduzir a frequência de exposição; esta é a última ocorrência que sobrou.A unidade 5 da Trilha 2 ganha aviso de unidade, que ela não tinha previsto, porque tem dois nós marcados (5.2 em N1 e 5.4 em N3), mais o aviso de nó imediatamente antes da 5.4, com a frase proposta na seção 11.4.
A unidade 3 da Trilha das Origens mantém o aviso de unidade já previsto no item 14(j), com a nova redação da seção 11.4, que substitui a anterior pelo motivo ali registrado. As unidades 2 e 4 das Origens, que têm um único nó marcado cada, recebem aviso de nó imediatamente antes da 2.5 e da 4.3, com as frases propostas na seção 11.4.
A lição 3.2 passa a carregar componente, e a alteração de curadoria fica registrada. O item 14(j) da Parte 2d atribuiu o componente de ajuda às lições 2.5, 3.4 e 4.3, e não à 3.2. A P4 dá a ela o Componente V. A mudança é correta e o motivo é o mesmo que levou o V à 2.5: a cena é violência entre irmãos dentro de casa, e é a lição do acervo com maior probabilidade de encontrar uma criança que perdeu um irmão há pouco tempo. Fica escrito aqui para que o revisor docente veja a alteração sem ter que diferenciar as duas tabelas à mão.
A lição 3.3 das Origens passa a ser marcada. Hoje ela não está marcada em lugar nenhum, e o cartão canônico do item 14(l) da Parte 2d diz "e a violência foi crescendo na família, a ponto de um descendente de Caim se gabar de ter matado", com o objetivo da lição repetindo "a violência cresce, a ponto de um descendente dele se gabar de ter matado". Isso é dano entre pessoas que convivem, descrito como consequência, ou seja, a definição literal de
violencia-entre-conhecidos. Como a verificação 1 roda o léxico sobre todo o texto da unidade, objetivos inclusive, e como a máquina só acusa e nunca absolve, a unidade 3 derrubaria o build na 3.3 exatamente na unidade que esta política diz destravar inteira. Recebeviolencia-entre-conhecidos, N2, Componente V com a abertura V (sem a cláusula de perda, porque a lição não põe morte de personagem acompanhado na tela), e passa a ser lição de revisão dedicada com dois professores, como todo N2. A unidade 3 fica com três nós marcados. Consequência que não pode ficar implícita: isso leva a Trilha das Origens a cinco lições dedicadas, contra o teto de quatro da seção 7.4 da Parte 2c, e as duas saídas possíveis estão escritas no parágrafo "Revisão dedicada" da seção 11.11, para decisão da Carta de Escopo.O exercício 6 da lição 5.2 da Trilha 2 é reescrito, e as treze unidades escritas são revarridas. A política promove ao nível de verificação de máquina a regra do item 14(q) da Parte 2d, "a morte nunca é o que o exercício cobra", e ao mesmo tempo marca a 5.2. O exercício 6 dessa lição, já escrito e no acervo, é um
ordercujo item é literalmente "O filho da viúva adoece e morre", com o gabarito repetindo "o filho adoece e morre". Ou seja, a política reprovaria por dentro uma lição que ela mesma acabou de marcar, e a condição 3 não via isso. O item de ordenação troca a morte pela sequência sem ela, por exemplo "Elias leva o menino para o quarto de cima", preservando a cronologia que o exercício cobra. E porque um caso desses não costuma vir sozinho, as treze unidades já escritas são varridas atrás de itens de ordenação, contagem e lacuna que caiam sob a regra promovida, antes de qualquer conversão. A varredura é tarefa da camada 1 assim que a verificação 7 rodar, e a lista de achados entra no registro auditável.A lição 2.5 recebe um cartão de fecho de conteúdo antes do componente. Pela regra do fecho da seção 11.7, o cartão do componente de ajuda não satisfaz o fecho, e o desenho aprovado da 2.5 termina em "és pó, e em pó te tornarás" (Gn 3:19), que é a cena dura. Falta, portanto, um cartão entre a sentença e o componente. A redação não é decidida aqui, porque o texto seguinte (Gn 3:20-24) já é a lição 2.6 e canibalizá-lo é decisão de curadoria: ela vai à camada 4 junto da revisão do item 14(q) da Parte 2d, como item pontual de aprovação. Enquanto o cartão não estiver escrito e aprovado, a 2.5 não converte para JSON. É a única das quatro lições destravadas que sai desta revisão com um artefato ainda por escrever, e o bloqueio é de conversão e não de escrita.
Continua bloqueado, e não é destravado por esta política: qualquer sessão com criança real, inclusive filha de membro do time, antes da assinatura 1; e a categoria suicidio-consumado, que fica fora do currículo por regra e não por pendência.
Bloqueios parciais que esta revisão deixa abertos, e é melhor que estejam escritos do que descobertos na conversão: (i) a lição 2.5 não converte para JSON enquanto o cartão de fecho da condição 9 não for escrito e aprovado pela camada 4, e as demais lições convertem normalmente; (ii) a metade "explicação de acerto" da verificação 11 só vira teste depois da criação do campo explicacaoAcerto descrita na seção 11.7, e até lá é pré-condição declarada; (iii) a telemetria das lições marcadas não é enviada enquanto o segundo caminho da seção 11.9 não existir. Nenhum dos três impede escrever, gerar nem construir protótipo, e nenhum dos três é motivo para ir a campo antes da assinatura 1.
Pendência de escopo, para a próxima revisão da P4: a lente de segurança apontou que a lição 1.3 da Trilha 2 (a mulher de Potifar) e a 4.6 (Davi, Bate-Seba e Urias) tocam em coerção e abuso de poder, que a lista fechada da seção 11.2 não cobre por um gatilho próprio. As duas já têm curadoria dedicada e não estão bloqueadas. Fica registrado que a lista pode precisar de um oitavo gatilho, e a decisão não se toma aqui, porque ampliar a lista fechada exige o mesmo rito de assinatura.
11.13 Pendências declaradas
Nenhuma delas é afirmada acima, e nenhuma vira citação antes de ser conferida.
Jurídicas (pedido de parecer, na ordem de urgência):
- P4-J1. Aplicabilidade ao Caminho da legislação brasileira de 2025 sobre proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais, a que a imprensa chamou de "ECA Digital". Não afirmo número, ementa, data de vigência, órgão competente nem limiar de porte. O núcleo dela é justamente o que esta seção discute (mitigação de conteúdo que induza automutilação ou suicídio, mecanismos de supervisão parental, verificação de idade, canais de notificação). Se alcançar o Caminho, reescreve a Parte 5 inteira e não só a seção 11. Bloqueante para a Fase 4 e possivelmente para a Fase 2 pública.
- P4-J2. Dever de comunicação de suspeita de maus-tratos: o ECA impõe comunicação ao Conselho Tutelar, e há sanção para determinados profissionais que se omitem. Conferir quem é o destinatário desse dever e se ele alcança um produto digital sem profissional identificado e sem cadastro. Isso decide se a regra de não coletar relato é apenas prudente ou é obrigatória.
- P4-J3. Nome e número corretos do canal federal de denúncia de violações contra crianças e adolescentes, e a forma correta de nomear o Conselho Tutelar num material para pais. Não imprimir de memória.
- P4-J4. Legislação sobre escuta protegida de criança vítima ou testemunha: conferir se alcança produtos digitais e se reforça a proibição de qualquer superfície nossa que capte relato.
- P4-J5. Norma do CONANDA sobre publicidade e comunicação dirigida a criança: conferir número e alcance, e conferir se notificação com título de lição é comunicação mercadológica para esse efeito. Se for, a regra 3 da seção 11.6 deixa de ser política interna e vira exigência.
- P4-J6. Status do
install_idcomo dado anonimizado ou pseudonimizado, considerando os meios razoáveis de reidentificação. A seção 2 hoje o classifica como telemetria anônima; conferir se a classificação se sustenta. - P4-J7. Termo de autorização do piloto: conferir se, ao passar a cobrir lições marcadas, precisa de menção nominal a esse conteúdo e de cláusula de revogação, e se a guarda em papel pela coordenação da igreja parceira é suficiente.
- P4-J8. Encarregado (P3): se o encarregado da plataforma adulta pode acumular o escopo do jogo por aditivo, e o que precisa constar do aditivo.
Clínicas e de comunicação:
P4-C1. Puxar e citar nominalmente as diretrizes de comunicação segura sobre suicídio (documento da OMS para profissionais de mídia, e orientações de entidades brasileiras de prevenção), com a passagem específica sobre oferta de recurso de ajuda, antes de usá-las como argumento em qualquer superfície pública, inclusive no material dos responsáveis. Nenhum número, percentual ou achado de estudo é citado sem a fonte na mão.
P4-C2. Idem para a literatura do efeito Papageno e para a afirmação de que perguntar sobre suicídio não induz suicídio. A direção do consenso é conhecida; a citação precisa ser verificada antes de virar argumento escrito.
P4-C3. Confirmar com o CVV: canais vigentes (telefone, chat, e-mail), horários, atendimento a crianças e adolescentes, e se há orientação institucional sobre exibição do número e da marca em produto voltado a menores. Acrescentam-se duas perguntas da revisão de 2026-08-31, porque a defesa da seção 11.3 depende delas: o que uma criança de 10 a 15 anos encontra ao abrir cvv.org.br, na página inicial e no primeiro clique; e se o CVV tem orientação institucional sobre exibir marca e número para menores, inclusive sem mediação de adulto.
O que a redação vigente afirma, e o que ela deixou de afirmar. Estão conferidos contra o que a plataforma adulta já usa em produção no
JairusPrompt.java: o 188, o endereço cvv.org.br, a gratuidade e as 24 horas. Não está conferido, e por isso saiu da tela, o atendimento por escrito: oJairusPromptdiz "ou acesse cvv.org.br" e não afirma nada sobre conversa por escrito, de modo que essa cláusula não tinha fonte interna nenhuma. A seção 11.4 passa a trazer duas redações do bloco de canal, a vigente, sem a promessa de atendimento por escrito, e a plena, que só entra quando esta pendência fechar confirmando o canal.Alcance do "nada é impresso antes desta conferência", porque a versão anterior não dizia e a política destrava a 5.4 para construir protótipo. "Impresso" alcança material impresso e página pública para responsáveis, que são superfícies distribuídas a adultos e difíceis de corrigir depois. Não alcança a tela do jogo, que roda a redação vigente e é corrigível em um deploy: a verificação 4 da camada 1 continua obrigando o build a carregar o Componente B, e é assim que tem de ser, porque a alternativa seria uma lição N3 em produção sem componente nenhum, que é o dano que a política inteira existe para impedir. Se a conferência vier em sentido contrário a qualquer das quatro afirmações mantidas, a redação vigente é corrigida e republicada antes de qualquer nova sessão com criança, o que a assinatura 1 já garante.
P4-C4. Designar a pessoa da assinatura 1. Hoje o projeto não tem esse revisor, e designá-lo é pré-requisito de campo, não de lançamento.